Bruxas Cibernéticas

419LUFXL-9L._SX331_BO1,204,203,200_Olá meninas, salve, salve!

Bom eu não tenho nem como expressar tudo o que aconteceu na minha vida nos últimos sete meses! Por isso sumi do blog por tanto tempo, mas voltei e com muitas novidades, e a primeira eu já compartilho com vocês agora:

Publiquei meu livro Bruxas Cibernéticas!

Sabe aquele ditado “no creo en las brujas, pero que las hay, las hay”, pois bem, elas existem, mas sem verrugas no nariz ou beijando bodes: a bruxa moderna tem como “livro das sombras” um laptop e sabe os dias de seus rituais com a ajuda de aplicativos, e sabe que poções de beleza podem muito bem ser aquele creme na farmácia.
Aqui o objetivo é  a revelação da existência da “bruxa cibernética”, delineando a relação de uma religião antiga – o paganismo matriarcal repaginado como Wicca – com a cibernética moderna, caso que  exemplifica como a Internet se tornou, não só um fenômeno dos tempos correntes, mas, a forma de existência e resistência das culturas e o meio de comunicação para qual tudo migra, tornando possível a iniciação ritual a partir do écran. Busca-se desvendar o processo de catequização de uma religião – tida como marginal – através da plataforma tecnológica com o uso de metodologia indutivo-dedutiva.

 

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A bruxa wicca é em grande número cibernética, pois está envolvida com as máquinas de comunicação. Ela, assim, quase que apenas depende do computador, tanto para pesquisa sobre sua religião, como para se contatar com outros adeptos. Depende também de revistas e livros para manter-se informada e buscar novas informações.
Cada vez mais, as pessoas buscam através das redes sociais como o Facebook, Twitter e Instagram gritar sua individualidade. Essa individualidade, porém, não surge personificada e solitária, ela se dá através da identificação em diversos grupos. O indivíduo se torna uno a partir das comunidades que integra e das pessoas com as quais estabelece relações.

Minha foto de divulgação:

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Para quem não sabe, sou mestre em Mídia e Tecnologia pela Unesp, documentarista (meu programa Ecoideias pode ser assistido todos os domingos às 10:00 na TV Brasil, dentro de O Brasil Tem Disso) e colaboradora de comunicação no Centro RIO+ Para o Desenvolvimento Sustentável da ONU.
O livro Bruxas Cibernéticas nasceu durante meus anos de graduação em Comunicação Social pela Unesp, graças ao meu interesse pela presença do sagrado feminino nas religiões, antropologia e comunicação, aliás sem meu orientador o professor Dr. Adenil Alfeu Domingos, este projeto não teria sindo como ele mesmo diz tão “lindo”, porque tive um grande mestre em símbolos da linguagem.
O livro pode ser encontrado aqui, e na versão e-book também, inclusive até grátis!

Olimpíadas 2016 – minha experiência

 

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Quase um mês depois :p, venho eu contar minha experiência na Rio 2016. Minha trajetória rumo às Olimpíadas começou em outubro do ano passado, quando minha amiga e também blogueira Arielly me chamou para essa aventura, na época super empolgada aceitei e compramos ingressos para vários dias, e detalhe importante: muitos jogos já estavam esgotados, assim como hostels, etc.

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Quase um ano depois embarcamos nessa aventura do jeito mais econômico possível: de ônibus rsrs! Mas a vista era bonita!

Pegamos um ônibus de São Paulo para o Rio de Janeiro, cuja passagem também não estava lá tão pexinxa, e outra coisa o ônibus que supostamente deveria demorar seis horas, demorou mais de oito horas para chegar na cidade maravilhosa. Fica a dica para pegar ônibus noturnos e levar muito cobertor para poder dormir a vontade.

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Ficamos em um hostel em Botafogo, extremamente bem localizado, mas do que não falarei porque o café da manhã era miserável, o preço foi exorbitante por conta das olimpíadas (tipo preço de quarto de hotel 3 estrelas), pessoal desorganizado, enfim, tentaram colocar a gente em um quarto que fedia e ofereceram isso como um upgrade… depois de muita discussão conseguimos um quarto bom, pior que eu super empolgada na hora nem liguei para o quarto, só queria ir para o mar, mas, graças a Deusa, a Ari teve bom senso. Fica a dica de nunca se sujeitar a um serviço inferior ao que você contratou, não deixe sua empolgação ou sua depressão deixarem os outros pisarem em você.

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Adoro o Rio! É uma das minhas cidades preferidas no planeta pela atmosfera do lugar em si: é muita beleza natural, gente feliz, uma energia gigante! Não sei se moraria lá, porque afinal de contas eu nasci para o vil metal e a cena carioca não é lá muito melhor do que a de Birigui, e a cultura do jeitinho excessivo depois de uns dias é um saco, mas, para visitar com certeza voltarei sempre que possível!

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Dessa vez fui ao Forte de Copacabana, onde rola um museu militar e uma Confeitaria Colombo – famoso nome no Rio de Janeiro.

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O museu em si, infelizmente tem até roupinha de bebê do Castelo Branco, ditador e muitos outros ditadores são tratados como heróis e sabemos muito bem o que são: assassinos.  Não gostei do museu por conta disso. Já a parte dedicada aos verdadeiros heróis militares como nossos soldados que foram para as guerras mundiais é de fato bem interessante.

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A vista do Forte em si é muito bonita!

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A Confeitaria Colombo é muito elegante, o capuccino foi maravilhoso e por um preço que se comparar com os capuccinos fajutos de São Paulo estava super digno: R$11,00.  O doce muito bom e com preço médio de R$ 10,00, e a vista do lugar, impressionante! Vale sim a pena!

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Outra amiga juntou-se a nós, a Marília e fomos fazer a trilha do Corcovado no Parque da Lage. Muito legal.

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O local tem cavernas artificiais, jardins lindos que o pessoal aproveita para tirar mil fotos. O lance mais legal do Rio, na minha opinião, são os locais de contato com a natureza.

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Bom colocar tênis bem confortável e levar muita água para essas trilhas!

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Bom vamos às Olimpíadas em si: a cidade estava respirando isso, cheio de informações, policiamento, ruas limpas, quem dera fosse sempre assim né gente? Mas tudo para inglês ver e aliás o resto do mundo também! Tinha gente do mundo todo, gente feliz, atlética, bonita, cheia de alegria e vontade de compartilhar! Esse é o espírito olímpico!

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Fui a quatro jogos de vôlei de praia em Copacabana, o cenário, como podem ver é maravilhoso! Vi um jogo do Brasil, e não gostei da torcida vaiar o adversário, realmente não é muito esportivo, desconcentra até os brasileiros! Outra coisa… lembra que eu falei que não tinha quase ingresso? Pois bem olhem a foto acima e vejam as arquibancadas vazias… especulação… teve!

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Vi também muitas bicicletas olímpicas do ciclismo.

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O resumo da minha impressão é que o Brasil fez bonito, que faltou uma ou outra coisa como por exemplo contratar gente que falava mais de um idioma, mas né, moro em um estado (São Paulo), onde fecharam Oficinas Culturais e abriram cadeias… ! Queria que o Brasil fosse um lugar civilizado a maior parte do tempo para todos nós.

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A vítima é inocente.

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Como este é um blog feito por mulheres, não podemos deixar passar o ato de covardia que chocou o país. O barbarismo e a cultura de ódio estão crescendo no Brasil. Resultado da falta de educação, de respeito pelo outro e da quase total ausência de valores familiares ou sociais. Não se pensa no outro e só em si, e de forma extremamente ignóbil que não se percebe que se todos tiverem direitos e lutarem juntos, todos ganham mais em todos os sentidos.

Nessa selva de bestas avidas por terror, nós mulheres somos quem mais perdemos, algumas perdem ainda mais (pelo racismo e/ ou pobreza). Para nós, resta um país que trata a mulher como ser de segunda classe, dominado por homens que parecem que não tem mães, irmãs ou filhas.

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Uma menina de dezesseis anos foi estuprada por mais de 30 homens e exibida como troféu nas redes sociais. Um troféu por doparem e violarem covardemente. Homens que não são homens e nem mesmo animais, mas bestas, bestas demoníacas que por viverem em um país onde a impunidade é a lei quando se trata de violência contra a mulher, se vangloriaram de sua barbárie. Estupradores devem ser presos imediatamente, devem nunca poder sair da cadeia com indultos, porque não tem salvação, tem mente doentia incurável. O que fizeram foi espalhar o terror e acabar com com muitos sonhos.

Como mulheres, passamos a ter medo de novos parceiros, porque não conhecemos sua índole. Amigos? Será que são mesmo? Como posso me divertir se quando um homem inescrupuloso for criar uma cilada e eu estiver vulnerável e sem forças físicas superiores, ainda serei culpada por ter caído em uma armadilha? Será que os homens “de família” deverão ser estuprados para que estupradores sejam punidos imediatamente? E o caso da menina de Bauru violada coletivamente em area central da cidade? A polícia não pesou a mão com os bandidos como pesou com jovens que deram festa com som alto. Que tipo de país é esse? Que tipo de valores estamos tendo?

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A culpa nunca é da vítima. A culpa é e sempre será do criminoso. Ou quando o World Trade Center caiu a culpa foi dos construtores que fizeram um prédio ali e não dos terroristas?

Punição já.

Podia ser eu, uma amiga, podia ser a namorada de alguém, a mãe, a filha, a irmã, uma tia querida, seja quem for, ela é ELA em sua individualidade. NOS RESPEITEM! RESPEITEM NOSSO CORPO, NOSSA LIBERDADE, NOS DEIXEM IR E VIR SEM SER VIOLADAS. DIZER NÃO É NOSSO DIREITO, TER DIREITO É UM DIREITO!

Foto de TODAS Fridas.
Segue um texto de Luara Colpa que foi bastante compartilhado ontem na internet e resume bem a situação:

“Trinta.
Vinte e nove
Vinte e oito
Vinte e sete
Vinte e seis
Vinte e cinco
Vinte e quatro
Vinte e três
Vinte e dois
Vinte e um
Vinte
Dezenove
Dezoito
Dezessete
Dezesseis
Quinze
Quatorze
Treze
Doze
Onze
Dez
Nove
Oito
Sete
Seis
Cinco
Quatro
Três
Dois
Um
Nenhum.

Eu tiraria todos – um por um – de cima de você neste momento irmã. Eu limparia seu corpo, tiraria o som dos seus ouvidos, o cheiro deste lugar, as lembranças. Se o tempo voltasse, eu os impediria de terem saído de casa. Todos eles.

Eu desligaria os celulares, os computadores, tiraria baterias dos carros, dos ônibus. Eu faria feitiço, veneno, poção, dor de barriga para todos. Trinta.

Eu te levantaria daí e te levaria pra ver o pôr do Sol no Arpoador, se o mundo girasse ao contrário… Mas o mundo não gira.

Foram Trinta.

Um ex-companheiro e vinte e nove “amigos”. Nenhum deles se compadeceu. Vinte e nove seres humanos toparam se unir à um criminoso.

Trinta.

Trinta e um agora compartilharam. Trinta e dois riram. Trinta e três justificaram. Trinta e quatro se excitaram, trinta e cinco procuram o vídeo neste momento.

Agora o número se torna uma projeção geométrica. A misoginia aparenta infinita, o ódio e o machismo aparentam grandiosos demais. A primeira reação do público masculino em geral é ver o vídeo.

No entanto, quando pensei que fôssemos só nós duas, olhei para o lado e vi três, quatro, cinco. Chegaram seis, sete, oito, trinta.

Em segundos fomos noventa, cem, mil, somos milhares por você. Aquele som, aquele cheiro… Queremos que sua memória apague, mana

E que o mundo nos ouça: “A CULPA NUNCA É DA VÍTIMA”. Que ecoe.

Que ecoe: Daqui vocês não passam. Não passarão.

Que cada uma de nós seja porta voz do ocorrido. Se a grande mídia não denuncia a violência contra a mulher periférica, que nossas mãos sejam denúncia.

Na violência contra a mulher todas metemos a colher.

DENUNCIE.

No site do Ministério Público, Polícia Federal e disque 180. Mexeu com uma, mexeu com todas.”

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Eu fui: Odin´s Krieger Fest 2016 dia 2

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E tadam: mais um festival! Desta vez fui ao Odin´s Krieger Festival! Fui no ano passado, no dia 15 de agosto, e, foi maravilhoso, e claro que voltei e voltarei sempre!

Comprei ingresso para os dois dias, mas só consegui ir no segundo, porque o primeiro caia na véspera do Dia das Mães e né, Sampa grey city fica longe de Biri rock city onde vive minha mama rsrs.

Vamos ao que interessa!

Bandas

Antes de tudo, o que me faz desembolsar meu suado dinheirinho para comprar um ingresso e viajar, me transportar e etc para um evento são as bandas que nele estarão. O dia 2 do Odin para mim já era melhor pelo simples motivo de ter a maior banda de folk metal da América: Tuatha de Danann!

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O evento começou com Mandala Folk, que não conhecia e achei bacana, e, eles utilizaram diferentes tipos de instrumentos tradicionais.

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Em seguida vem O Bardo e o Banjo, que executou uma ótima versão bem folk country de The Bard´s Song, do Blind Guardian (<3 <3 <3 amo tanto que nem adianta desenhar mais corações, porque não dá para descrever). Vejam o video e vem dançar em roda comigo:

Video by Paulo Chopps. (baixista do Armahda, na minha humilde opinião a banda revelação do metal nacional dos últimos anos).

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Como terceira banda, aquela que provavelmente é a mais famosa banda de folk tradicional do Brasil: Taberna Folk, que como sempre fez um excelente show regado à bons drinks com rodas felizes e serelepes.

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Para encerrar a noite: Tuatha, Tuatha, Tuatha! Show de duas horas pleno de clássicos e músicas novas, com muita emoção e fãs sinestésicos. Sério: há um ano atrás fui a um show de retorno em Bauru, e me dá tanta alegria ver uma banda que escuto desde os 15 anos voltando com tudo e conquistando uma molecada que tinha a mesma idade que eu quando ouvi pela primeira vez! Que a Deusa os abençoe!

Feira

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Havia muitas coisas interessantes: drinking horns, vestidos, armaduras, poções, cosméticos, cintos, cristais e até trufa de hidromel que estava supimpa!

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Contras

Audio estourando. No ano passado isso estava pior, mas infelizmente ainda não conseguiram arrumar de vez de um ano para o outro. Algumas vezes também um instrumento sumia ou ficava mais alto que os outros. A música é o principal atrativo do evento, então, é bacana caprichar. Tomara que no próximo isso tenha se resolvido por completo.

Preço! O preço continua sendo alto para comprar bebidas. Água extremamente cara: gente, cade a humanidade? Pelo menos a breja agora era Miller (não melhorou muito, mas é melhor que a Skol a oito contos do ano passado!).

Hidromel: houve muitas reclamações em relação a qualidade e o preço do hidromel.

Prós

Por ser um evento folk já tem tudo de pró rsrs! Mas a localização da Clash é fácil acesso, o que é ótimo e os banheiros da casa são bem limpos e numerosos, com muitos espelhos. No banheiro feminino até cheguei a pegar fila, mas é super rápido. Ponto para o Clash.

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As lutas também foram bem bacanas, assim como a presença do Vitão Bonesso.

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A galera estava linda e feliz, foi mágico! Até o Rollo do Vikings compareceu!

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Sugestão

Tenho cinco amigos que iriam e não foram porque não tinham lugar para ficar em Sampa, e aí pensei: falta um festival folk de dois dias com camping! Tipo… por quê não fazer em algum sábado e domingo ou emendar um feriado e ser em alguma fazenda com direito à camping? Somos amantes do folk e amamos uma natureza: acho que poderia receber mais pessoas e seria lindo!

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Ps: peguei as fotos do Facebook do Odin, já que não consegui levar minha câmera!

E para deixar com gostinho de quero mais o Tuatha de Danann:

Beijo, beijo e let it folk!

 

Caveiras decorativas

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As caveiras nunca saem de moda (mórbida essa uhauah), mas, é verdade, e dão muito charme e estilo para o ambiente. Separei alguma ideias que achei bem bacanas:

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Para começar jogos de cama! Esse acima é lindo!

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Esse outro é de uma estampa mais chamativa.

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Fronhas góticas!

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Romance mexicano.

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E no embalo colorido, que tal essa luminária?

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Esses quadros arrasaram!

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E essas torneiras? Quero!

images (4)Jogo de chá que tenho certeza que toda mundo ia adorar!

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Para terminar um bom vinho!

Caveiras everywhere! Bjo, bjo!

Ecologia feminina

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Hey girls, tudo bom? Bom sou produtora de tv e recentemente gravei um programa sobre ecologia feminina, já ouviram falar?

A ecologia feminina busca resgatar o elo da mulher com a terra, através de curas naturais e a respeito de seu ciclo. Para saber mais sobre o conceito, entrevistei mulheres que buscam viver a vida respeitando os ciclos da natureza e suas possibilidades, observando sua saúde e respeitando o meio ambiente.

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Neste programa uma xamã, a Gisele,  nos explica o conceito de ecologia feminina e a trajetória da mulher ao longos dos tempos. Outra mulher, a Camila, compartilha sua experiência de maternidade ecológica.  Já por último temos, a Laís Paiva que é universitária e faz parte de coletivos femininos que buscam as curas naturais e produtos feitos de maneira sustentável.

Quer saber mais? Dá uma olhada no vídeo:


Beijo, beijo!

 

7 itens obrigatórios para qualquer roqueira

Hey hey girls, fazia tempo que não tinha uma wish list aqui, e resolvi fazer uma must have list! Segue abaixo sete itens que não pode faltar para toda roqueira:

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Saia preta, preferencialmente em um tecido estilizado, é pau para toda obra!

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Baby look da sua banda preferida, para dias de show ou então para tardes despretensiosas bebendo com os amigos.

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Jeans! Óbvio que todos tem uma calça jeans, mas é bem bacana ter um jeans mais rocker, despojado. Uma boa pedida é os rasgados ou até mesmo os com modelagem boca de sino ou quem sabe um que você mesma customizou?!

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Pretinho básico para passear com o boy por aí ou mesmo para paquerar quando estiver solta rsrsrs!

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Coturno para as baladas mais rockers ou showzinhos. Vale cada centavo de investimento.

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Bolsinha preta transversal, combina com tudo e é fácil para acomodar grana e celular durante os shows.

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Pulseira de spikes ou mix de pulseiras de acordo com seu estilo e personalidade. Traz um lance mais tribal para o look e eu curto.

Bom girls, claro que cada uma tem que seguir o próprio estilo, mas eu particularmente adoro esse tipo de item e considero must have em um guarda-roupa rocker.

Bjo, bjo!

Joy – o nome do sucesso

 

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Já faz algumas semanas fui assistir ao filme Joy – o nome do sucesso, que conta a história real de uma inventora e empresária norte-americana que chama tadam: Joy!

O filme é baseado na história real da inventora Joy Mangano (Jennifer Lawrence), criadora da vassoura especial chamada “Magic Mop”(Esfregão mágico) no começo da década de 90 . A criação do produto ajudou ela a superar uma crise financeira que estava passando, pois estava totalmente sem dinheiro e tinha que criar seus três filhos sozinha. Com o sucesso das vendas, Joy registrou mais de 100 patentes e tornou-se dona de um grande império, transformando a sua vida e de seus filhos para sempre.

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O elenco é formado por Jennifer LawrenceRobert De NiroBradley Cooper, Edgar Ramirez, Isabella Rossellini, Diane Ladd e Virginia Madsen .

Eu adorei o filme. Considero que apesar de ser extremamente jovem para o papel ( a verdadeira Joy tinha por volta de 36 na época da criação do famigerado esfregão), a Jennifer está se considerando como a atriz com mais personagens femininos fortes de sua geração. Joy é uma mulher guerreira, que leva a família inteira nas costas e nem por isso eles a valorizam. Sofrida, acha que a vida já passou, mas então recorrer a seu grande talento: inventar e resolve acreditar nisso, incentivada principalmente pela sua avó. É um filme feminino e marcante, que nos deixa com esperança, que não a vida de fato não acaba nos 20 anos e por mais ferradas que estamos ainda podemos mudar tudo e começar de novo e de novo, quantas vezes forem necessárias.

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A verdadeira Joy arrasa até hoje! E por ser baseado em uma história real nos deixa ainda mais inspiradas! Para melhorar o filme ainda conta cenas assim:

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 Bradley sendo fofo e gato! Bom é um filmaço que vale muito a pena, e segue o trailer:

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Hey meninas, tudo bom? Quem é vivo sempre aparece hehehe, então resolvi postar só com um mês de atraso, meus looks para o festival Metal Land, que rolou em Altinópolis no mês passado:

IMG_20151106_104536No primeiro dia fui de meia arrastão com coturno, short jeans e uma blusinha de renda com sutiã de alças largas de renda por baixo. A bolsa impermeável porque teria chuva e grande para carregar mil coisas rsrs. Priorizei o short por ser um festival e o conforto é a melhor pedida. Deu para pular bastante. Prendi o cabelo nesse dia.

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No segundo dia usei um visual bem gótico. Com corpete e short preto, essa meia com flores e o coturno do primeiro dia.

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Aqui tem uma foto que dá para ver bem o make: abusei da sombra escura no olho, blush e batom vermelho.

Festival pede conforto, então busquei usar roupas confortáveis, um coturno que eu já estou super acostumada e colocar meu estilo no look.
Esse festival foi incrível em muitos sentidos, aconteceram muitas coisas, muitas reviravoltas e emoção ao som das melhores trilhas possíveis. Acredito que será memorável para sempre em muitos sentidos!
Pretendo voltar a postar mais aqui no blog e reformular algumas coisas. Os posts seguirão a mesma linha, mas deverá haver mais rock, sem perder o glamour claro! Beijo, beijo

Festival de metal: Metal Land !!! \,,/

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Este post sai vinte e um dias depois do melhor festival que fui na vida: Metal Land! O festival aconteceu de 30 de outubro a 2 de novembro em Altinópolis no interior de São Paulo. Não estou ganhando nada pelo post: aliás fica a dica para a organização me dar pelo menos cerveja no próximo evento 🙂 Tudo começou em agosto quando em outro festival maravilhoso, no Odin´s Krieger Festival, começaram os rumores sobre um tal de Metal Land em Altinópolis, cidade essa conhecida pelo Forró da Lua Cheia, no qual ainda não fui justamente por ter forró no nome hehehe. Enfim joguei a ideia no meu grupo de bff de Birigui – o Grind (não perguntem o porquê do nome, mas tem a ver com festivais muito roots que frequentamos uahauha) e todo mundo menos a Nat (perdeu guria!) topou ir. E lá fomos nós e eu meio que me sentindo mãe de quatro. Não tenho filhos mas já sei como é uahuahua.

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Entrada da Fazenda Vale das Grutas: a confirmação de que seria um final de semana em grande sintonia com o cosmos!


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Havia muitas restrições de entrada de alimentos e bebidas e no final foi bastante tranquilo. Achei os seguranças mucho locos, mas foram muito de boas.

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Havia diferentes opção de estadia: ficar em chalé, dormitórios ou mesmo em hotéis da cidade como um amigo do RJ optou (salve, salve Paulo Imago Mortis!), mas como todo biriguiense é muito roots (acá mão de vaca e pessoas humildes que somos rsrs), optamos pelo camping para, né, ter um contato maior com a natureza e nos sentirmos no Wacken ou mesmo em Woodstock! Se bem que agora quando eu for no Wacken eu vou ter como referência a Metal Land e com muito orgulho!

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Aqui uma foto do domingo, já com desfalque de uma barraca. O que rolou foi o seguinte, estávamos em um grupo de cinco pessoas, eu com minha barraca, outros dois em uma barraca gigante e outro em uma barraca menor. Fomos em dois carros e um amigo já tinnha ido com a ideia de que iria dormir no próprio carro independente de qualquer coisa. Só que choveu no sábado e muitooo (e no domingo também), e super alagou as barracas. A minha, por sorte, choveu muito pouco, deu para estancar com minhas roupas do primeiro dia (é muito desapego, mas né eu tava a fim de manter minha privacidade e também estava muito quebrada para procurar outro lugar para capotar após pular mais que na época do pogobol.

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Nossos vizinhos de frente. Somos caipiras e tímidos, gostaríamos de ter feito mais amizades, mas né, bate a timidez hehehe. Aôo Birigui! De verdade eu esperei muito por este festival. Tinha expectativas absurdas em relação ao meu primeiro acampamento metal! E foi tudo muito melhor do que eu imaginava. Já acampei muito. Em Fórum Social Mundial, em sítio, na Colômbia e etc. Mas de longe a estrutura da Fazenda Vale das Grutas foi a melhor. O banheiro… é sempre uma grande preocupação, e ele era bem limpo e suficiente para o número de mulheres presentes: tinha um espelho enorme, tomadas (super dava para secar o picumã e fazer chapinha), e também não faltou papel em nehum momento. Repetindo melhor estrutura de camping ever e acredito que aguentaria até três vezes mais tranquilamente o número de meninas, além disso não aguentaria (acho).

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Olhem essa vista?! Lindo lugar, para um festival lindo! E tinha piscina, caverna e trilhas!

Bom, mas, vamos para o show? Tira o pinu da sua granada e vem comigo!  (Entendedores, entenderão).


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Palco Dimebag, onde conheci bandas ótimas!

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Chegamos no sábado, o que nos fez perder a sexta, mas não tinha jeito devido né.. ao trabalho. Tinha muita curiosidade em ver o Uganga no palco, ficará para uma próxima. A primeira banda que vi foi o Nekrost, banda manauara muito boa. E cara, como tem headbanger na Amazônia. Fui para lá em 2013 e conheci muita gente massa e a galera é survivor porque com aquele calor, enfim. Presença de palco forte e sonzera na cabeça. Bandas muito boas mesmo e uma que me chamou a atenção no palco Dimebag no primeiro dia foi a Armahda, banda paulistana que faz parte do Levante do Metal Nativo, comprei o cd, virei fã e já até decorei Paiol em Chamas e a balada Uiara.
Já no palco Dio: Vitor Rodrigues (ex-Torture Squad) detonou nos vocais da Voodoopriest,  uma das bandas expoentes do Levante do Metal Nativo, movimento que veio para ficar. Claustrofobia mandou para caramba tirando o pinu de umas 1000 granadas enquanto já chovia e de fato Claustrofobia é peste, daquelas das boas (só não precisa cuspir no chão viu gente!) . E aí finalmente a banda mais esperada pelos biriguienses: o Krisiun! Manowwww, Max Kolesne é uma metralhadora humana, impressionante ver ao vivo. É que tipo eu e meus amigos tínhamos já viajado uma vez por horas de estrada horrível na chuva para tentar ver o Krisiun em Presidente Prudente e taram.. cancelaram o show.. e eu pessoalmente uma vez tinha ganhado ingresso para assistir um show em sampa e também não consegui ir, então de verdade achei que nessa vida jamais ia conseguir ver eles ao vivo rsrs! Bela história né? Voltando…, a noite encerraria com Sepultura, que infelizmente não vi por estar morrendo de cansaço e por já ter visto outras vezes, não tinha condições de assistir… na boa (tinha dormido zero horas de sexta para sábado, dirigido e pego estrada por horas – foram quase cinco horas até Altinópolis). E na boa, Sepultura sem Cavaleras não é Sepultura.

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No meu segundo dia, e na verdade terceiro de Festival, a animação folk do Tuatha de Danann abriu os trabalhos do dia com duas horas de atraso no palco Dio. Ouvi dizer que o atraso se deu além de por problemas técnicos, frescuras da banda Matanza (que não escuto e não vi).  No show do Tuatha músicas clássicas e novas embalaram rodas insanas em meio à chuva e lama. Dancei que nem criança com uma das grandes bandas da minha adolescência. Pós Tuatha, veio nada menos que o Soulspell Metal Opera, guerreiros de diferentes cidades do interior paulista que mostram que é possível alinhar diferentes talentos e manter uma orquestra metálica coesa por mais de anos. Salve, salve amigos de Bauru!

Um dos show mais esperados do domingo foi Tim Rippers: simpatia e também o esteorotipo do yankee rsrs, ele subiu no palco de boné do Monster. Cantou clássicos e embalou a galera: coisa linda de se ver!

Já no palco Dimebag, o KroW, grupo do triângulo mineiro (valeu Rocketinroad 🙂 ), chamou a atenção de quem não os conhecia. Death Metal poderoso e preciso. Mas, na minha opinião, quem detonaria o palco nesse dia, seria mesmo o Executer celebrando 30 anos de carreira. Caraaaa!!! Sem palavras.

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Eu com os amigos Fernando (Birigui) e Soninha (Bauru). A música tem o poder de unir as pessoas!

De volta para o palco Dio, eis que vejo pela terceira vez na vida, uma das vozes mais poderosas do Brasil: André Matos. O Angra me embalou muitas vezes e por muito tempo desde os meus doze anos de idade (quando um coleguinha da sétima série me emprestou o Angels Cry e o The Number of The Beast – outra história). E na boa, só ele canta Carry on na versão original minha gente. E ele cantou, e cantou Angels Cry e Make Believe e Time e muitas outras, e também cantou Shaman, Shaaman e sei lá quantos As ficou no final, Fairy Tale, For Tomorrow.

A única que de fato faltou para fazer todo mundo cair em êxtase foi a Living For The Night do Viper. Mas todo mundo que sobreviveu até quatro da manhã saiu de lá rindo arco-iris enquanto os trabalhos continuaram para os guerreiros do Dimebag.

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 Resumo da Metal Land:

Estrutura: tinha piscina, chalé, breja até que barata para um acampamento fechado: custava cincão. Comida tinha até vegana (amei a esfiha!).

O Vale das Grutas é uma visão deslumbrante. Achei aconchegante, mas também achei que teve baixa adesão. A estrutura foi ótima e aguentaria até no máximo o dobro de pessoas.

Paguei R$200 no ingresso, o que achei um preço digno por tudo o que rolou, mas todo mundo ficou meio bravo ao ver que teve gente vendendo por cento e cinquenta antes do festival.

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Capa de chuva: item obrigatório para festivais. E momento ecológico: reutilizaram as pulseirinhas sobrantes do Forró da Lua Cheia ¬¬.

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Eu já arrumando minhas malas para o próximo rsrs! Resumindo do resumo: foi lindo! Para melhorar: troquem o Matanza pelo Korzus na próxima e tragam o Angra também :P, beijos metálicos. \,,/