Patmos

Verão aqui, verão lá, esse é meu lema, claro que não é fácil fugir pro calor, nem sempre é possível, mas assumo que sofro com o frio e adoro um solzão!

No ano passado aproveitei férias no fim do outono pra fugir para o hemisfério norte, onde a primavera reinava e o verão já dava seus primeiros sinais. Uma das paradas do Cruzeiro que fiz pela Grécia foi em Patmos:

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Olha só a alegria ao avistar a ilha, ainda no navio:

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Primeira parada: Praia! Confesso que a água estava gelada, mas as pedrinhas massageavam os pés. Comecei a jogar pedrinhas no mar e o engraçado é que várias pessoas começaram a fazer o mesmo.

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 Caminhando me encantei com as casinhas:

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E a igreja ortodoxa:

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Não havia adquirido nenhum passeio pelo Cruzeiro e resolvi me aventurar. Detalhe:  na área residencial, onde  as pessoas falam grego (e eu não). Mas me sentia um pouco grega . Todo mundo me falava yá, e eu respondia yá (yá é como o nosso olá, o bom dia é kaliméra, com essas informações que eu havia aprendido no navio já me sentia nativa).

Vi uma placa turística que falava de um local chamado kasteli, eu não sabia o que era, mas segui as placas.

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Cheguei no topo de uma montanha:

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A vista de ambos os lados da ilha era incrível:

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Porém, de lá de cima, vi meu navio se afastando e quis voltar, como não sabia o que era o tal Kasteli para mim era aquele local mesmo, e  me contentei. No desespero de voltar não consegui achar a trilha. Detalhe: estava de short curto e chinelo, roupa perfeita para uma trilha no meio do mato, só que não. Resultado: fiquei toda arranhada. Mas valeu a aventura! No caminho de volta encontrei essa pedra que chamei de pedra da caveira:

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Ao descer descobri que o navio ainda estava esperando, e que um barco levaria até ele. Aproveitei o tempo remanescente para caminhar até o outro lado da ilha que também era lindo!

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Momento de alívio, já dentro do barco, voltando para o navio, e aproveitando esse lindo pôr no sol:

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Viajar sozinha pode tornar a aventura um pouco perigosa, mas viajar sempre vale a pena!

Minha dica para quando for a algum local não planejado, e não conhecido, é tentar convencer alguém (nem que seja alguém dali mesmo), a te acompanhar, ou tentar se comunicar com alguém que te entenda  e conheça o local para pedir informações.

Até!