Fashion na chuva

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Olá meninas. como estão? Curtindo o carnaval? Eu já não, estou super estudando, enquanto toda a humanidade se diverte, espero que eu obtenha algum retorno e no ano que vem serei eu a sambar rsrs. Mudando de assunto, temos dias de chuva intensa não é mesmo? Como diria Tom Jobim, são as águas de Março hehehe, então, que tal ficar fashion mesmo na chuva?

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Galochas são essenciais em lugares como Sampa por exemplo, onde fica tudo alagado e imundo porque as pessoas jogam lixo na rua. Não jogue lixo na rua que entope bueiro, além de ser o Ó!

 

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Capa! Uma boa capa é chique, charmosa, descolada e te protege!

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Muito estilo neste look de uma blogger chinesa: vestido clássico, sobretudo charmoso, galochas e guarda-chuva! O mais importante é não esquecer o guarda-chuva em casa, brega é tomar chuva e ficar gripada!

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Bjo, bjo

Di Classe Moda Íntima

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Em Birigui, minha terrinha, tem um lugar incrível para moda intíma: a Di Classe!

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Uma loja super charmosa que tem de tudo, de lingerie a brinquedinhos, passando por roupas de ginástica e algumas peças chaves da última temporada!

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Para quem tem curiosidade, lá tem um cantinho super discreto de sex shop com produtos femininos e masculinos, que tem de tudo mesmo rsrs, além de óleos de massagem e calcinhas comestíveis:

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O ambiente é super fofo!

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Tudo para sua ida à praia!

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Saídas chiquérrimas!
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Uma foto do interior com uma cliente e os proprietários que são super receptivos:
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Segue agora algumas peças que eu achei divinas:
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Amo corselets e lá tem dezenas, um mais bonito que o outro:
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Não resisti e aqui tem mais corselets rsrs:
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Meia calça, cinta-liga, tudo para deixar você mais poderosa:

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E mais corselets, creio que é culpa do meu passado de gótica rsrs:

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Sutiãs super fashion:

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Conjuntos lindos:
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Olha esse rosa que capricho, e o melhor é que o preço é super em conta:

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Dá para ficar linda, surpreender o gato e continuar com uma graninha!

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Recomendo conhecer a loja! A Di Classe fica na Avenida das Rosa, 361, Cidade Jardim, em Birigui, telefone: 18 3644-5307, vendem tanto no varejo quanto no atacado, vale a pena visitar!

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É isso, beijo, beijo!

Globo de Ouro 2014

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Hey meninas, tudo bom? Vamos conferir um pouquinho depois, mas ainda em tempo os looks do Globo de Ouro 2014? Separei aqui o que achei mais bacana, se apega na imagem do Jared com mais de 40 anos e carinha de 20 e vamos nessa :

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Makes que amei: Julia Roberts e Sandrinha, olhos esfumaçado e cabelos preso com brinco discreto. Dá quase para usar tirando o olho, em entrevista de emprego.

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Na mais incensada da noite temos a eterna vampira do Anjos da Noite, Kate Beckinsale em look ousado e lindo.

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Amber Heard em vestido Versace, cheio de recortes, vestiu muito bem, melhor do que a fenda da Jolie daquela vez, só que sem o divo do Brad ao lado rsrs.


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O cabelão de lado também foi muito tendência neste Globo de Ouro e a Olivia Wilde gravidíssima arrasou no make com sombra roxa.

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Make lindo para pele negra.

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Adorei o vestido da Emma Roberts, Lanvin.

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Uma Thurman arrasou neste Versace, achei original e reformulou o longo preto com muito brilho.

Bjo, bjo.

Vestido de couro sintético

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Recentemente comprei um vestido preto da Linha Pura e me apaixonei, aliás eu com o modelo está na última foto do post, então busquei outros modelos para inspirá-las!
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Esse com uma transparência no meio é divo!

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Um tubinho mais romântico.

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Gostei deste básico e com um corte bonito.

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Angelina aderiu! E eu também para apresentar o programa Cine Podium:

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Esqueci de tirar foto de pé, então vai essa mesma rsrs, bjo, bjo!

Divas do cinema

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Olá meninas, tudo bom? Gostaria de dividir com vocês um programa que produzi e apresentei sobre as divas do cinema! Já que elas têm estilo próprio, olhar marcante, beleza única e se tornaram imortais nas telas do cinema.

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O bate papo traz moda, estilo e um pouco da história de vida das atrizes:

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Espero que vocês gostem! Bjo, bjo

Valentino 2014

Hey meninas aqui não tem jabá #fail, mas não tinha como não mostrar os momentos que eu mais curti da nova coleção do Valentino, a melhor na minha opinião nesta temporada:

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Um vestido com característica típica do futurismo que permeava a moda dos anos 60.

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Este é um vestido lindo e leve, pense nele numa versão branca e terá um vestido de noiva etéreo.

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Versão meio freira meio Motícia Adams, elegante, mas confesso que não usaria neste comprimento.

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Adorei o cabelo da campanha. Look bem gótico medieval.

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Esse é lindo! Quero um já! Versão Vandinha Adams!

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Adorei o primeiro que é outra versão bem Vandinha, tem o primaveril bem senhora e outro geométrico que no me gusta.

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Encerrando com chave de ouro com este vestido que é lindo!!! Fica a inspiração deste desfile do Valentino, vou busca já meu vestido a la Vandinha em uma versão mais baratex! Bjo, bjo

Tênis para o dia a dia

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Olá meninas tudo bom? Estou muito em busca de conforto ultimamente, já que meus dias andam bem pesados com muito trabalho e estudo, não consigo sequer ir para a dança ou yoga. Então resolvi tirar meu tênis do fundo do armário e me jogar com ele no cotidiano. Incrível como a gente realmente fica um pouquinho mais disposta, só pelo conforto!  Não julguem minha cara de sono!

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Se até a jornalista da Vogue vai trabalhar de tênis, por que eu não posso? Rsrs, lembrando que não é todo emprego que permite essa descontração, mas como eu sou produtora de tv, não vou gastar meu salto se posso investir no solado de borracha rsrs.

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A Ashely Olse está com um look que ainda permite fazer happy hour depois do trampo.

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Kirsten é a musa dos tênnis! A´te no red carpet ela usa, ok, que se fosse eu entraria de salto 15 em qualquer Premiere hehehe.

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Look legal para um cotidiando de ar condicionado. Mais uma vez não é todo ambiente de trabalho que aceita tênis.

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Verdade seja dita, eu não considero All Star, tipo nossa que tênis, porque o solado não é lá essas coisas e ele se assemelha a um sapatinho mesmo, então fica bem até em ambiente mais conservadores. Is this it, bjo, bjo

Le Lis Blanc e suas roupas feitas com trabalho escravo

O texto abaixo é do Leonardo Sakamoto* , achei interessante postar aqui porque eu acho ridículo já algumas empresas que pagam R$1.500,00 para funcionários de nível superior e vendem produtos cuja unidade custam muito mais que isso, e essas marcas de luxo sustentadas e endossadas por blogueiras famosas que produzem peças “fetiche” e utilizam trabalho escravo:

Fiscalização resgata 28 pessoas, incluindo uma adolescente de 16 anos. Costureiros vítimas de tráfico de pessoas viviam em condições degradantes e cumpriam jornadas exaustivas. Daniel Santini, da Repórter Brasil, acompanhou a operação de fiscalização: 

Oficina em que eram costuradas peças da Le Lis Blanc. Fotos: Anali Dupré/Repórter Brasil

A parede é de tijolos aparentes, com reboco improvisado e tábuas tapando as janelas. O piso é de cimento, coberto de retalhos, linhas e sujeira. Há fios de eletricidade puxados de maneira improvisada por todos os lados, alguns perigosamente próximos de pilhas de tecido, e, em um canto da improvisada oficina de costura, uma caixa d´água. Para ficarem mais próximos das máquinas, os lustres pendem do teto amarrados por cordões em que é possível ler “Le Lis Blanc”, nome de uma das grifes mais caras do país. Espalhadas nas mesas estão etiquetas da marca, peças finalizadas e guias com orientações sobre tamanho e corte. Em cômodos próximos, ficam os trabalhadores bolivianos, vivendo em beliches em quartos apertados, alguns com divisórias improvisadas, recebendo por produção e cumprindo jornadas exaustivas.

Lustres amarrados com cordões da Le Lis Blan

A descrição é de uma das três oficinas em que costureiros que produziam peças da marca Le Lis Blanc foram resgatados durante fiscalização realizada em junho, acompanhada pela Repórter Brasil. Com algumas variações, o cenário de degradação humana foi o mesmo encontrado em outras duas unidades de produção de peças da marca. Todas as três oficinas com problemas eram “quarteirizadas”. Duas empresas intermediárias encomendavam as peças e as repassavam para a grife de luxo. Mesmo assim, de acordo com o auditor fiscal Luís Alexandre Faria, que participou da ação, não há dúvidas sobre a culpa da Restoque S.A, empresa dona da marca Le Lis Blanc, em relação às condições em que os trabalhadores foram resgatados. Ele ressalta que não só foi caracterizada terceirização da atividade fim, o que por si só já configuraria a responsabilidade do grupo, como também nesse caso ficou evidente a ligação direta da empresa com a organização da linha de produção.

Segundo ele, toda cadeia produtiva estava baseada em encomendas da Le Lis Blanc. Ele estima que 90% das encomendas das intermediárias eram da grife e que 100% da produção das oficinas era de peças da marca. Quando a fiscalização foi feita, as oficinas estavam paradas, devido a um cancelamento repentino de encomendas. “Isso só agravou a situação, pois tirou a única possibilidade de subsistência dos trabalhadores que costuravam para a empresa”, explica o auditor. “O principal problema que encontramos foi o fato de trabalhadores morarem e viverem no mesmo local”, completa. Ao todo, 28 pessoas foram libertadas, incluindo uma adolescente de 16 anos.  Também foi caracterizado tráfico de pessoas para fins de exploração de trabalho em condição análoga à de escravo, conforme previsto no Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, e na Instrução Normativa n. 91 da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.

Além de submetidos a condições degradantes e jornada exaustiva, muitos dos resgatados estavam presos a dívidas, o que também configura escravidão contemporânea. Todos resgatados são bolivianos.

Registro de dívida por passagem em caderno encontrado na oficina.

A ação foi coordenada pelo auditor fiscal Renato Bignami, e, além de Luís Alexandre Faria, contou também com a participação de Letícia Emanuelle Bill, os três vinculados à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP). Também participaram Christiane Vieira Nogueira e Tiago Muniz Cavalcanti, procuradores do Ministério Público do Trabalho; Jairo Diniz Dantas, auditor da Receita Federal; Fabiana Galera Severo, da Defensoria Pública da União; Adriana Aparecida Mazagão, do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do governo de São Paulo; e os policiais Eduardo Xavier dos Santos, Gilberto Paula de Moura e Samuel de Freitas, da 1ª. Delegacia de Polícia de Proteção à Pessoa da Polícia Civil de São Paulo. O trabalho foi acompanhado pela juíza Patrícia Terezinha de Toledo, da Vara Itinerante de Combate ao Trabalho Escravo.

Segundo a SRTE/SP, a diretoria da Le Lis Blanc assumiu a responsabilidade pelo caso, fazendo o registro e regularizando o pagamento de encargos de todos os trabalhadores, incluindo direitos  retroativos referentes ao período em que ficou comprovado que os costureiros trabalharam para o grupo. As indenizações pagas diretamente aos resgatados chegaram a cerca de R$ 600 mil, ainda segundo as autoridades.

Procurada, a empresa, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou o seguinte: ”Recebemos em 22 de julho de 2013 autuação do Ministério do Trabalho e Emprego envolvendo empresas que não conhecemos e com as quais não temos relacionamento. Tal autuação envolve valores estimados entre R$ 50 mil e R$ 150 mil. Cumprimos integralmente a legislação trabalhista nas relações com nossos colaboradores e tomamos os mesmos cuidados com nossos fornecedores. Analisaremos as bases de tais autuações e apresentaremos defesa oportunamente”.

Contrastes – Os costureiros ganhavam por produção e cumpriam jornadas de pelo menos dez horas diárias. Os entrevistados afirmaram trabalhar das 7h ou 8h às 17h, 18h ou 19h de segunda-feira à sexta-feira, e das 7h ao meio-dia de sábado. Alguns dizem ter cumprido regularmente jornadas de até 12 horas e trabalhado sem descanso semanal, preocupados em juntar dinheiro ou em conseguir pagar dívidas contraídas com os empregadores. Segundo os depoimentos, em média o valor pago por peça variava de R$ 2,50 a R$ 7.

Algumas das peças à venda no site da empresa. Reprodução: Le Lis Blanc

Nos shoppings, as roupas com a marca Le Lis Blanc são vendidas por até 100 vezes mais. Conforme informações disponíveis no site da empresa, uma calça da grife pode chegar a custar R$ 1.999,50, uma saia R$ 1.350,00, um vestido R$ 999,50, blusas e camisas R$ 599,50, e uma regata R$ 359,50. Em casos excepcionais, para peças delicadas e de difícil corte, costureiros experientes afirmam ganhar até R$ 30. A peça mais cara no catálogo virtual da grife é a jaqueta Aspen, vendida por R$ 2.290,00.

Na nota fiscal, valor que os costureiros receberam por unidade. Na imagem em destaque, valor que a calça “Ana Luiza” é vendida no site da Le Lis Blanc. Foto: Anali Dupré e Reprodução/Le Lis Blanc

“É um absurdo essa diferença entre o que a gente ganha e o preço que eles cobram pela peça, a gente sabe, mas a gente não pode fazer nada. Se eu costurar a mesma peça e tirar a etiqueta, ninguém paga esse valor”, afirma um dos costureiros resgatados. “Para o dono de uma fábrica, é fácil falar: ‘essa peça é fácil de costurar’. Mas não é um trabalho qualquer. Eu tenho orgulho do que eu faço, cada pessoa nasce com um talento e deveria ser valorizada por isso”.

No caso da Le Lis Blanc, o contraste entre as condições em que as peças são produzidas e os locais em que elas são vendidas também chama atenção. Em shoppings, as lojas da grife são luxuosas, com vendedoras produzidas conduzindo clientes entre tapetes delicados, poltronas e ricos objetos de decoração. Todas as unidades da rede têm o mesmo perfume e é possível comprar a essência. Um potinho de 100 ml custa R$ 79,50.

É o mesmo valor que alguns dos costureiros resgatados afirmaram receber para fazer costurar cerca de 11 peças da grife.

* Texto reproduzido na íntegra deste link: http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/07/27/roupas-da-le-lis-blanc-sao-fabricadas-com-escravidao/

Fantasia de Angus

Bonjour meninas! Tudo bom? Recentemente eu tive uma festa à fantasia para ir e o tema era ídolos da música e eu fui vestida como Angus Young, o icônico guitarrista do AC/DC, como podem notar na foto acima rsrs.


Foto comparativa: eu e o Angus.

Uma coisa bacana foi que dá para pegar um ícone masculino e transformá-lo em algo girlie. É necessário coragem e atitude, mas curti o resultado e fugi das fantasias tradicionais.


Viva o rock and roll, baby!

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Ela tem 30 anos, e está arrasando como a Bianda de Salve Jorge: vamos conferir um pouco do estilo de Cléo Pires.

Ela é mais básica  e sempre opta por roupas clássicas e confortáveis, incluindo visu night.

Mesmo morando no Rio, Cléo vive de calça jeans, ok que existe ar condicionado em todos os lugares,mas minha gente… e o choque térmico?  Anyway, eu adoro calça e camisa branca.


Cléo tem um pegada rocker e está sempre pondo preto no visual, adorei o look do meio, com cintão.

Dois looks mais maduros e um mais jovem.


Dois looks perfeitos e um look ideal aeroporto/rodoviária. Ok, look mega básico e mimimi, mas na boa toda santa vez qeu vou para Guarulhos eu fico chocada com os exageros de muita gente que vai subir em um avião: saltão, roupa desfile de moda, make, mil coisas… gente é uma viagem, conforto e bom senso!  Tudo tem sua hora! E isso eu adoro na Cléo, ela sempre está adequada para a ocasião.

Aqui alguns looks diferentes. Eu adorei a transformação dela, clareando os cabelos e tirando o excesso de sobrancelha, arrasou!

A Cléo tem ainda 10 tatuagens espalhadas pelo corpo, cada uma com um significado distinto.
Espero que tenham curtido! Bjo, bjo