Rhodes – Grécia

Rodes ou Rhodes é a maior das ilhas do Dodecaneso.

Dodecaneso é um grupo de ilhas gregas na extremidade leste do Mar Egeu, junto à costa sudoeste da Turquia. Têm uma rica história e mesmo algumas das ilhas pequenas e desabitadas ostentam várias igrejas bizantinas e castelos medievais:

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A ilha é famosa pelo colosso de Rodes, estátua de Hélio (deus do sol na Mitologia Grega) construída entre 292 a.C. e 280 a.C., pelo escultor Carés de Lindos. A estátua tinha trinta metros de altura, 70 toneladas e era feita de bronze, é considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo:

Colosso de Rodes

Cada pé estava apoiado em uma margem do canal que dava acesso ao porto, de modo que toda embarcação que chegasse à ilha grega de Rodes, no Egeu por volta de 280 a.C. passaria obrigatoriamente sob as pernas da estátua de Hélio, protetor do lugar. Na mão direita da estátua havia um farol que orientava as embarcações à noite.  A estátua ficou em pé por apenas 55 anos. Em 226 a.C. um terremoto atirou-a no fundo da baía de Rodes, e os habitantes de Rodes não a reconstruíram.

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A chamada cidade velha em Rhodes é uma área para passeios a pé e panorâmicos, é um local histórico, repleto de comércio, praças e ruínas antigas:

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Andei desde o porto até a cidade velha  e me deixei perder pelo labirinto de ruelas dentro da cidade medieval:

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As ruas são estreitas e, o clima ameno, muitas flores e locais históricos:

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O Palácio do Grão-Mestre dos Cavaleiros de Rhodes é um castelo medieval. Foi uma fortaleza da Ordem dos Hospitalários, que funcionava como um palácio e fortaleza. Em 1948, o palácio foi convertido num museu:

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Na beira da praia se situa o Aquário, chamado Estação hidrobiológica de Rhodes:

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E a praia:

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Sabe aquelas imagens que você precisa ter quando a vida está muito difícil e estressante, pra quando você precisa de esperança e algum objetivo?

Essa é uma das imagens que eu escolhi ter sempre acessível, porque é um sonho!

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O mar azul, o céu azul, a água transparente, o dia quente, o silêncio, a felicidade:

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Até!

Patmos

Verão aqui, verão lá, esse é meu lema, claro que não é fácil fugir pro calor, nem sempre é possível, mas assumo que sofro com o frio e adoro um solzão!

No ano passado aproveitei férias no fim do outono pra fugir para o hemisfério norte, onde a primavera reinava e o verão já dava seus primeiros sinais. Uma das paradas do Cruzeiro que fiz pela Grécia foi em Patmos:

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Olha só a alegria ao avistar a ilha, ainda no navio:

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Primeira parada: Praia! Confesso que a água estava gelada, mas as pedrinhas massageavam os pés. Comecei a jogar pedrinhas no mar e o engraçado é que várias pessoas começaram a fazer o mesmo.

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 Caminhando me encantei com as casinhas:

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E a igreja ortodoxa:

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Não havia adquirido nenhum passeio pelo Cruzeiro e resolvi me aventurar. Detalhe:  na área residencial, onde  as pessoas falam grego (e eu não). Mas me sentia um pouco grega . Todo mundo me falava yá, e eu respondia yá (yá é como o nosso olá, o bom dia é kaliméra, com essas informações que eu havia aprendido no navio já me sentia nativa).

Vi uma placa turística que falava de um local chamado kasteli, eu não sabia o que era, mas segui as placas.

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Cheguei no topo de uma montanha:

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A vista de ambos os lados da ilha era incrível:

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Porém, de lá de cima, vi meu navio se afastando e quis voltar, como não sabia o que era o tal Kasteli para mim era aquele local mesmo, e  me contentei. No desespero de voltar não consegui achar a trilha. Detalhe: estava de short curto e chinelo, roupa perfeita para uma trilha no meio do mato, só que não. Resultado: fiquei toda arranhada. Mas valeu a aventura! No caminho de volta encontrei essa pedra que chamei de pedra da caveira:

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Ao descer descobri que o navio ainda estava esperando, e que um barco levaria até ele. Aproveitei o tempo remanescente para caminhar até o outro lado da ilha que também era lindo!

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Momento de alívio, já dentro do barco, voltando para o navio, e aproveitando esse lindo pôr no sol:

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Viajar sozinha pode tornar a aventura um pouco perigosa, mas viajar sempre vale a pena!

Minha dica para quando for a algum local não planejado, e não conhecido, é tentar convencer alguém (nem que seja alguém dali mesmo), a te acompanhar, ou tentar se comunicar com alguém que te entenda  e conheça o local para pedir informações.

Até!

Nadando no vulcão em Santorini

Fim de semana chegou, e nada melhor do que uma viagem incrível para inspirar esses momentos de descanso.

Uma das paradas que fiz nas férias deste ano foi em Santorini, um arquipélago vulcânico, localizado no extremo sul do grupo das ilhas gregas de Cíclades, no Mar Egeu, a cerca de 200 km a sudeste da cidade de Atenas.

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Para conhecer a ilha onde se localiza o comércio, é possível subir por estrada (estreita e cheia de curvas) ou nessa espécie de bondinho. Ambos são bem assustadores! Vale a aventura!

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É possível pegar um barco e navegar ao longo das ilhas com formações vulcânicas, nas praias onde as rochas de lava negra são combinadas com a cor vermelha da lava.

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Inicialmente fiz uma caminhada até o topo da ilha vulcânica, onde o enxofre é cuspido no ar pelas crateras (senti nas minhas mãos o quentinho).

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Pelo passeio são vistas simpáticas composições de pedras vulcânicas formando espécies de castelinhos. São contribuições dos turistas que passam por ali, você pode deixar a sua:

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No fim do passeio é possível nadar nas águas aquecidas pelo vulcão.

Este dia estava frio, a água próxima ao barco estava gelada, mas nadando para perto da ilha foi possível sentir a água quente.

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Nadar “no vulcão” é uma experiência única!

Bom fim de semana!

Mikonos

Olá! Andei um pouco sumida, mas estou cheias de novidades!

Recentemente estive de férias e tive a oportunidade de conhecer diversos lugares e culturas. Como recordar é viver, e já estou morrendo de saudades dos lugares incríveis que visitei, vou dividir com vocês!

O primeiro local que eu vou comentar é uma linda ilha na Grécia, chamada Mikonos. Na mitologia grega, Mikonos é o filho de Apolo, deus da luz e do sol.

Sabe aquela imagem da Grécia que povoa nossos sonhos, casas branquinhas, água transparente num mar extremamente azul, essa é Mokinos!

Essa foi a primeira imagem que tive da ilha:

Um cartão postal da ilha é Paraportiani, um complexo de antigas igrejas, dá pra ver bem nesta foto (onde eu apareço incrivelmente feliz):

A vista que eu tinha naquele instante era essa:

Como se Deus estivesse dando uma benção.

E esse foi um momento muito especial, pois atrás de mim havia a igreja, à minha frente este lindo mar e ao meu lado um simpático morador tocava bazuki, um instrumento que parece um bamdolim.

 A musica era sempre a mesma (ou pelo menos parecia), a música que “Zorba” dança no filme “Zorba o grego”.

http://www.youtube.com/watch?v=jeNsr_nQEfE

Mais à frente do músico estavam os famosos Pelicanos num ninho.

E logo depois um pescador no meio das pedras, uma bela imagem que todos paravam para fotografar.

Antes de ir embora, depois de tanto ouvir a música, queria encontrar um local para dançar a tradicional dança grega, e nessa procura encontrei o bairro Alefkantra, ou Venetia apelidado pela semelhança com a cidade italiana de Veneza, com os balcões de seus estabelecimentos construídos em meio a água.

É uma surpresa escondida em Mikonos, e é imperdível! Foi um fim de tarde lindo!

Difícil foi me despedir de Mikonos, mas era só o primeiro dia num cruzeiro de cinco dias, logo volto pra contar mais.

Até…