Eu fui: Odin´s Krieger Fest 2016 dia 2

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E tadam: mais um festival! Desta vez fui ao Odin´s Krieger Festival! Fui no ano passado, no dia 15 de agosto, e, foi maravilhoso, e claro que voltei e voltarei sempre!

Comprei ingresso para os dois dias, mas só consegui ir no segundo, porque o primeiro caia na véspera do Dia das Mães e né, Sampa grey city fica longe de Biri rock city onde vive minha mama rsrs.

Vamos ao que interessa!

Bandas

Antes de tudo, o que me faz desembolsar meu suado dinheirinho para comprar um ingresso e viajar, me transportar e etc para um evento são as bandas que nele estarão. O dia 2 do Odin para mim já era melhor pelo simples motivo de ter a maior banda de folk metal da América: Tuatha de Danann!

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O evento começou com Mandala Folk, que não conhecia e achei bacana, e, eles utilizaram diferentes tipos de instrumentos tradicionais.

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Em seguida vem O Bardo e o Banjo, que executou uma ótima versão bem folk country de The Bard´s Song, do Blind Guardian (<3 <3 <3 amo tanto que nem adianta desenhar mais corações, porque não dá para descrever). Vejam o video e vem dançar em roda comigo:

Video by Paulo Chopps. (baixista do Armahda, na minha humilde opinião a banda revelação do metal nacional dos últimos anos).

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Como terceira banda, aquela que provavelmente é a mais famosa banda de folk tradicional do Brasil: Taberna Folk, que como sempre fez um excelente show regado à bons drinks com rodas felizes e serelepes.

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Para encerrar a noite: Tuatha, Tuatha, Tuatha! Show de duas horas pleno de clássicos e músicas novas, com muita emoção e fãs sinestésicos. Sério: há um ano atrás fui a um show de retorno em Bauru, e me dá tanta alegria ver uma banda que escuto desde os 15 anos voltando com tudo e conquistando uma molecada que tinha a mesma idade que eu quando ouvi pela primeira vez! Que a Deusa os abençoe!

Feira

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Havia muitas coisas interessantes: drinking horns, vestidos, armaduras, poções, cosméticos, cintos, cristais e até trufa de hidromel que estava supimpa!

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Contras

Audio estourando. No ano passado isso estava pior, mas infelizmente ainda não conseguiram arrumar de vez de um ano para o outro. Algumas vezes também um instrumento sumia ou ficava mais alto que os outros. A música é o principal atrativo do evento, então, é bacana caprichar. Tomara que no próximo isso tenha se resolvido por completo.

Preço! O preço continua sendo alto para comprar bebidas. Água extremamente cara: gente, cade a humanidade? Pelo menos a breja agora era Miller (não melhorou muito, mas é melhor que a Skol a oito contos do ano passado!).

Hidromel: houve muitas reclamações em relação a qualidade e o preço do hidromel.

Prós

Por ser um evento folk já tem tudo de pró rsrs! Mas a localização da Clash é fácil acesso, o que é ótimo e os banheiros da casa são bem limpos e numerosos, com muitos espelhos. No banheiro feminino até cheguei a pegar fila, mas é super rápido. Ponto para o Clash.

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As lutas também foram bem bacanas, assim como a presença do Vitão Bonesso.

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A galera estava linda e feliz, foi mágico! Até o Rollo do Vikings compareceu!

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Sugestão

Tenho cinco amigos que iriam e não foram porque não tinham lugar para ficar em Sampa, e aí pensei: falta um festival folk de dois dias com camping! Tipo… por quê não fazer em algum sábado e domingo ou emendar um feriado e ser em alguma fazenda com direito à camping? Somos amantes do folk e amamos uma natureza: acho que poderia receber mais pessoas e seria lindo!

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Ps: peguei as fotos do Facebook do Odin, já que não consegui levar minha câmera!

E para deixar com gostinho de quero mais o Tuatha de Danann:

Beijo, beijo e let it folk!

 

Festival de metal: Metal Land !!! \,,/

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Este post sai vinte e um dias depois do melhor festival que fui na vida: Metal Land! O festival aconteceu de 30 de outubro a 2 de novembro em Altinópolis no interior de São Paulo. Não estou ganhando nada pelo post: aliás fica a dica para a organização me dar pelo menos cerveja no próximo evento 🙂 Tudo começou em agosto quando em outro festival maravilhoso, no Odin´s Krieger Festival, começaram os rumores sobre um tal de Metal Land em Altinópolis, cidade essa conhecida pelo Forró da Lua Cheia, no qual ainda não fui justamente por ter forró no nome hehehe. Enfim joguei a ideia no meu grupo de bff de Birigui – o Grind (não perguntem o porquê do nome, mas tem a ver com festivais muito roots que frequentamos uahauha) e todo mundo menos a Nat (perdeu guria!) topou ir. E lá fomos nós e eu meio que me sentindo mãe de quatro. Não tenho filhos mas já sei como é uahuahua.

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Entrada da Fazenda Vale das Grutas: a confirmação de que seria um final de semana em grande sintonia com o cosmos!


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Havia muitas restrições de entrada de alimentos e bebidas e no final foi bastante tranquilo. Achei os seguranças mucho locos, mas foram muito de boas.

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Havia diferentes opção de estadia: ficar em chalé, dormitórios ou mesmo em hotéis da cidade como um amigo do RJ optou (salve, salve Paulo Imago Mortis!), mas como todo biriguiense é muito roots (acá mão de vaca e pessoas humildes que somos rsrs), optamos pelo camping para, né, ter um contato maior com a natureza e nos sentirmos no Wacken ou mesmo em Woodstock! Se bem que agora quando eu for no Wacken eu vou ter como referência a Metal Land e com muito orgulho!

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Aqui uma foto do domingo, já com desfalque de uma barraca. O que rolou foi o seguinte, estávamos em um grupo de cinco pessoas, eu com minha barraca, outros dois em uma barraca gigante e outro em uma barraca menor. Fomos em dois carros e um amigo já tinnha ido com a ideia de que iria dormir no próprio carro independente de qualquer coisa. Só que choveu no sábado e muitooo (e no domingo também), e super alagou as barracas. A minha, por sorte, choveu muito pouco, deu para estancar com minhas roupas do primeiro dia (é muito desapego, mas né eu tava a fim de manter minha privacidade e também estava muito quebrada para procurar outro lugar para capotar após pular mais que na época do pogobol.

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Nossos vizinhos de frente. Somos caipiras e tímidos, gostaríamos de ter feito mais amizades, mas né, bate a timidez hehehe. Aôo Birigui! De verdade eu esperei muito por este festival. Tinha expectativas absurdas em relação ao meu primeiro acampamento metal! E foi tudo muito melhor do que eu imaginava. Já acampei muito. Em Fórum Social Mundial, em sítio, na Colômbia e etc. Mas de longe a estrutura da Fazenda Vale das Grutas foi a melhor. O banheiro… é sempre uma grande preocupação, e ele era bem limpo e suficiente para o número de mulheres presentes: tinha um espelho enorme, tomadas (super dava para secar o picumã e fazer chapinha), e também não faltou papel em nehum momento. Repetindo melhor estrutura de camping ever e acredito que aguentaria até três vezes mais tranquilamente o número de meninas, além disso não aguentaria (acho).

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Olhem essa vista?! Lindo lugar, para um festival lindo! E tinha piscina, caverna e trilhas!

Bom, mas, vamos para o show? Tira o pinu da sua granada e vem comigo!  (Entendedores, entenderão).


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Palco Dimebag, onde conheci bandas ótimas!

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Chegamos no sábado, o que nos fez perder a sexta, mas não tinha jeito devido né.. ao trabalho. Tinha muita curiosidade em ver o Uganga no palco, ficará para uma próxima. A primeira banda que vi foi o Nekrost, banda manauara muito boa. E cara, como tem headbanger na Amazônia. Fui para lá em 2013 e conheci muita gente massa e a galera é survivor porque com aquele calor, enfim. Presença de palco forte e sonzera na cabeça. Bandas muito boas mesmo e uma que me chamou a atenção no palco Dimebag no primeiro dia foi a Armahda, banda paulistana que faz parte do Levante do Metal Nativo, comprei o cd, virei fã e já até decorei Paiol em Chamas e a balada Uiara.
Já no palco Dio: Vitor Rodrigues (ex-Torture Squad) detonou nos vocais da Voodoopriest,  uma das bandas expoentes do Levante do Metal Nativo, movimento que veio para ficar. Claustrofobia mandou para caramba tirando o pinu de umas 1000 granadas enquanto já chovia e de fato Claustrofobia é peste, daquelas das boas (só não precisa cuspir no chão viu gente!) . E aí finalmente a banda mais esperada pelos biriguienses: o Krisiun! Manowwww, Max Kolesne é uma metralhadora humana, impressionante ver ao vivo. É que tipo eu e meus amigos tínhamos já viajado uma vez por horas de estrada horrível na chuva para tentar ver o Krisiun em Presidente Prudente e taram.. cancelaram o show.. e eu pessoalmente uma vez tinha ganhado ingresso para assistir um show em sampa e também não consegui ir, então de verdade achei que nessa vida jamais ia conseguir ver eles ao vivo rsrs! Bela história né? Voltando…, a noite encerraria com Sepultura, que infelizmente não vi por estar morrendo de cansaço e por já ter visto outras vezes, não tinha condições de assistir… na boa (tinha dormido zero horas de sexta para sábado, dirigido e pego estrada por horas – foram quase cinco horas até Altinópolis). E na boa, Sepultura sem Cavaleras não é Sepultura.

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No meu segundo dia, e na verdade terceiro de Festival, a animação folk do Tuatha de Danann abriu os trabalhos do dia com duas horas de atraso no palco Dio. Ouvi dizer que o atraso se deu além de por problemas técnicos, frescuras da banda Matanza (que não escuto e não vi).  No show do Tuatha músicas clássicas e novas embalaram rodas insanas em meio à chuva e lama. Dancei que nem criança com uma das grandes bandas da minha adolescência. Pós Tuatha, veio nada menos que o Soulspell Metal Opera, guerreiros de diferentes cidades do interior paulista que mostram que é possível alinhar diferentes talentos e manter uma orquestra metálica coesa por mais de anos. Salve, salve amigos de Bauru!

Um dos show mais esperados do domingo foi Tim Rippers: simpatia e também o esteorotipo do yankee rsrs, ele subiu no palco de boné do Monster. Cantou clássicos e embalou a galera: coisa linda de se ver!

Já no palco Dimebag, o KroW, grupo do triângulo mineiro (valeu Rocketinroad 🙂 ), chamou a atenção de quem não os conhecia. Death Metal poderoso e preciso. Mas, na minha opinião, quem detonaria o palco nesse dia, seria mesmo o Executer celebrando 30 anos de carreira. Caraaaa!!! Sem palavras.

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Eu com os amigos Fernando (Birigui) e Soninha (Bauru). A música tem o poder de unir as pessoas!

De volta para o palco Dio, eis que vejo pela terceira vez na vida, uma das vozes mais poderosas do Brasil: André Matos. O Angra me embalou muitas vezes e por muito tempo desde os meus doze anos de idade (quando um coleguinha da sétima série me emprestou o Angels Cry e o The Number of The Beast – outra história). E na boa, só ele canta Carry on na versão original minha gente. E ele cantou, e cantou Angels Cry e Make Believe e Time e muitas outras, e também cantou Shaman, Shaaman e sei lá quantos As ficou no final, Fairy Tale, For Tomorrow.

A única que de fato faltou para fazer todo mundo cair em êxtase foi a Living For The Night do Viper. Mas todo mundo que sobreviveu até quatro da manhã saiu de lá rindo arco-iris enquanto os trabalhos continuaram para os guerreiros do Dimebag.

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 Resumo da Metal Land:

Estrutura: tinha piscina, chalé, breja até que barata para um acampamento fechado: custava cincão. Comida tinha até vegana (amei a esfiha!).

O Vale das Grutas é uma visão deslumbrante. Achei aconchegante, mas também achei que teve baixa adesão. A estrutura foi ótima e aguentaria até no máximo o dobro de pessoas.

Paguei R$200 no ingresso, o que achei um preço digno por tudo o que rolou, mas todo mundo ficou meio bravo ao ver que teve gente vendendo por cento e cinquenta antes do festival.

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Capa de chuva: item obrigatório para festivais. E momento ecológico: reutilizaram as pulseirinhas sobrantes do Forró da Lua Cheia ¬¬.

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Eu já arrumando minhas malas para o próximo rsrs! Resumindo do resumo: foi lindo! Para melhorar: troquem o Matanza pelo Korzus na próxima e tragam o Angra também :P, beijos metálicos. \,,/