Olimpíadas 2016 – minha experiência

 

rio 20

Quase um mês depois :p, venho eu contar minha experiência na Rio 2016. Minha trajetória rumo às Olimpíadas começou em outubro do ano passado, quando minha amiga e também blogueira Arielly me chamou para essa aventura, na época super empolgada aceitei e compramos ingressos para vários dias, e detalhe importante: muitos jogos já estavam esgotados, assim como hostels, etc.

rio 6

Quase um ano depois embarcamos nessa aventura do jeito mais econômico possível: de ônibus rsrs! Mas a vista era bonita!

Pegamos um ônibus de São Paulo para o Rio de Janeiro, cuja passagem também não estava lá tão pexinxa, e outra coisa o ônibus que supostamente deveria demorar seis horas, demorou mais de oito horas para chegar na cidade maravilhosa. Fica a dica para pegar ônibus noturnos e levar muito cobertor para poder dormir a vontade.

rio 2

Ficamos em um hostel em Botafogo, extremamente bem localizado, mas do que não falarei porque o café da manhã era miserável, o preço foi exorbitante por conta das olimpíadas (tipo preço de quarto de hotel 3 estrelas), pessoal desorganizado, enfim, tentaram colocar a gente em um quarto que fedia e ofereceram isso como um upgrade… depois de muita discussão conseguimos um quarto bom, pior que eu super empolgada na hora nem liguei para o quarto, só queria ir para o mar, mas, graças a Deusa, a Ari teve bom senso. Fica a dica de nunca se sujeitar a um serviço inferior ao que você contratou, não deixe sua empolgação ou sua depressão deixarem os outros pisarem em você.

rio 1

Adoro o Rio! É uma das minhas cidades preferidas no planeta pela atmosfera do lugar em si: é muita beleza natural, gente feliz, uma energia gigante! Não sei se moraria lá, porque afinal de contas eu nasci para o vil metal e a cena carioca não é lá muito melhor do que a de Birigui, e a cultura do jeitinho excessivo depois de uns dias é um saco, mas, para visitar com certeza voltarei sempre que possível!

rio 7

Dessa vez fui ao Forte de Copacabana, onde rola um museu militar e uma Confeitaria Colombo – famoso nome no Rio de Janeiro.

rio 21

O museu em si, infelizmente tem até roupinha de bebê do Castelo Branco, ditador e muitos outros ditadores são tratados como heróis e sabemos muito bem o que são: assassinos.  Não gostei do museu por conta disso. Já a parte dedicada aos verdadeiros heróis militares como nossos soldados que foram para as guerras mundiais é de fato bem interessante.

rio 12

A vista do Forte em si é muito bonita!

rio 10

A Confeitaria Colombo é muito elegante, o capuccino foi maravilhoso e por um preço que se comparar com os capuccinos fajutos de São Paulo estava super digno: R$11,00.  O doce muito bom e com preço médio de R$ 10,00, e a vista do lugar, impressionante! Vale sim a pena!

rio 13

Outra amiga juntou-se a nós, a Marília e fomos fazer a trilha do Corcovado no Parque da Lage. Muito legal.

rio 16

O local tem cavernas artificiais, jardins lindos que o pessoal aproveita para tirar mil fotos. O lance mais legal do Rio, na minha opinião, são os locais de contato com a natureza.

rio 15

Bom colocar tênis bem confortável e levar muita água para essas trilhas!

rio 14

Bom vamos às Olimpíadas em si: a cidade estava respirando isso, cheio de informações, policiamento, ruas limpas, quem dera fosse sempre assim né gente? Mas tudo para inglês ver e aliás o resto do mundo também! Tinha gente do mundo todo, gente feliz, atlética, bonita, cheia de alegria e vontade de compartilhar! Esse é o espírito olímpico!

rio 19

Fui a quatro jogos de vôlei de praia em Copacabana, o cenário, como podem ver é maravilhoso! Vi um jogo do Brasil, e não gostei da torcida vaiar o adversário, realmente não é muito esportivo, desconcentra até os brasileiros! Outra coisa… lembra que eu falei que não tinha quase ingresso? Pois bem olhem a foto acima e vejam as arquibancadas vazias… especulação… teve!

rio 8

Vi também muitas bicicletas olímpicas do ciclismo.

rio 18

 

O resumo da minha impressão é que o Brasil fez bonito, que faltou uma ou outra coisa como por exemplo contratar gente que falava mais de um idioma, mas né, moro em um estado (São Paulo), onde fecharam Oficinas Culturais e abriram cadeias… ! Queria que o Brasil fosse um lugar civilizado a maior parte do tempo para todos nós.

rio 17

 

 

 

Guarapari – ES

DSC_0048

O post de hoje é sobre uma cidade praiana linda, do estado brasileiro Espírito Santo: Guarapari.

DSC07019

Sua população em 2013 pelo censo do IBGE era de 116.278 habitantes. A sua distância até Vitória é de 51 km, saindo da frente do aeroporto há um ônibus direto para o município, e da rodoviária de Vitória saem vários diariamente.

DSC07034
Dizem que o custo do turismo em Guarapari é alto, eu estive lá na baixa temporada, peguei vários dias de sol e me hospedei na pousada Caminho da Praia,  de chalés, muito confortável, atendimento excelente, repleta de redes, rústica, pertinho de tudo, com super café da manhã e ótimo preço!

DSC07027

Tinha piscina, sinuca, tênis de mesa e play para as crianças.

DSC07033

Na praia o preço do coco era bem convidativo, também encontrei roupas de praia e souvenires a ótimos preços nas lojas que margeiam a orla.

DSC07035

Eu fiquei pela Praia do Morro:

DSC07036

Com quatro quilômetros de extensão, é uma das maiores de Guarapari.  Repleta de bares e restaurantes, é badalada também durante a noite na alta estação. Fica a quatro quilômetros do Centro.

DSC07042

Urbana e muito movimentada no verão, tem calçadão, quadras esportivas e quiosques, além de sombra de coqueiros e amendoeiras. DSC07052

O público é formado por turistas, famílias com crianças e surfistas – a praia intercala trechos calmos com outros de ondas fortes.

DSC07056

Aproveite o verão, aproveite as praias, aproveite o Brasil!

DSC07066

Le Lis Blanc e suas roupas feitas com trabalho escravo

O texto abaixo é do Leonardo Sakamoto* , achei interessante postar aqui porque eu acho ridículo já algumas empresas que pagam R$1.500,00 para funcionários de nível superior e vendem produtos cuja unidade custam muito mais que isso, e essas marcas de luxo sustentadas e endossadas por blogueiras famosas que produzem peças “fetiche” e utilizam trabalho escravo:

Fiscalização resgata 28 pessoas, incluindo uma adolescente de 16 anos. Costureiros vítimas de tráfico de pessoas viviam em condições degradantes e cumpriam jornadas exaustivas. Daniel Santini, da Repórter Brasil, acompanhou a operação de fiscalização: 

Oficina em que eram costuradas peças da Le Lis Blanc. Fotos: Anali Dupré/Repórter Brasil

A parede é de tijolos aparentes, com reboco improvisado e tábuas tapando as janelas. O piso é de cimento, coberto de retalhos, linhas e sujeira. Há fios de eletricidade puxados de maneira improvisada por todos os lados, alguns perigosamente próximos de pilhas de tecido, e, em um canto da improvisada oficina de costura, uma caixa d´água. Para ficarem mais próximos das máquinas, os lustres pendem do teto amarrados por cordões em que é possível ler “Le Lis Blanc”, nome de uma das grifes mais caras do país. Espalhadas nas mesas estão etiquetas da marca, peças finalizadas e guias com orientações sobre tamanho e corte. Em cômodos próximos, ficam os trabalhadores bolivianos, vivendo em beliches em quartos apertados, alguns com divisórias improvisadas, recebendo por produção e cumprindo jornadas exaustivas.

Lustres amarrados com cordões da Le Lis Blan

A descrição é de uma das três oficinas em que costureiros que produziam peças da marca Le Lis Blanc foram resgatados durante fiscalização realizada em junho, acompanhada pela Repórter Brasil. Com algumas variações, o cenário de degradação humana foi o mesmo encontrado em outras duas unidades de produção de peças da marca. Todas as três oficinas com problemas eram “quarteirizadas”. Duas empresas intermediárias encomendavam as peças e as repassavam para a grife de luxo. Mesmo assim, de acordo com o auditor fiscal Luís Alexandre Faria, que participou da ação, não há dúvidas sobre a culpa da Restoque S.A, empresa dona da marca Le Lis Blanc, em relação às condições em que os trabalhadores foram resgatados. Ele ressalta que não só foi caracterizada terceirização da atividade fim, o que por si só já configuraria a responsabilidade do grupo, como também nesse caso ficou evidente a ligação direta da empresa com a organização da linha de produção.

Segundo ele, toda cadeia produtiva estava baseada em encomendas da Le Lis Blanc. Ele estima que 90% das encomendas das intermediárias eram da grife e que 100% da produção das oficinas era de peças da marca. Quando a fiscalização foi feita, as oficinas estavam paradas, devido a um cancelamento repentino de encomendas. “Isso só agravou a situação, pois tirou a única possibilidade de subsistência dos trabalhadores que costuravam para a empresa”, explica o auditor. “O principal problema que encontramos foi o fato de trabalhadores morarem e viverem no mesmo local”, completa. Ao todo, 28 pessoas foram libertadas, incluindo uma adolescente de 16 anos.  Também foi caracterizado tráfico de pessoas para fins de exploração de trabalho em condição análoga à de escravo, conforme previsto no Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, e na Instrução Normativa n. 91 da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.

Além de submetidos a condições degradantes e jornada exaustiva, muitos dos resgatados estavam presos a dívidas, o que também configura escravidão contemporânea. Todos resgatados são bolivianos.

Registro de dívida por passagem em caderno encontrado na oficina.

A ação foi coordenada pelo auditor fiscal Renato Bignami, e, além de Luís Alexandre Faria, contou também com a participação de Letícia Emanuelle Bill, os três vinculados à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP). Também participaram Christiane Vieira Nogueira e Tiago Muniz Cavalcanti, procuradores do Ministério Público do Trabalho; Jairo Diniz Dantas, auditor da Receita Federal; Fabiana Galera Severo, da Defensoria Pública da União; Adriana Aparecida Mazagão, do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do governo de São Paulo; e os policiais Eduardo Xavier dos Santos, Gilberto Paula de Moura e Samuel de Freitas, da 1ª. Delegacia de Polícia de Proteção à Pessoa da Polícia Civil de São Paulo. O trabalho foi acompanhado pela juíza Patrícia Terezinha de Toledo, da Vara Itinerante de Combate ao Trabalho Escravo.

Segundo a SRTE/SP, a diretoria da Le Lis Blanc assumiu a responsabilidade pelo caso, fazendo o registro e regularizando o pagamento de encargos de todos os trabalhadores, incluindo direitos  retroativos referentes ao período em que ficou comprovado que os costureiros trabalharam para o grupo. As indenizações pagas diretamente aos resgatados chegaram a cerca de R$ 600 mil, ainda segundo as autoridades.

Procurada, a empresa, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou o seguinte: ”Recebemos em 22 de julho de 2013 autuação do Ministério do Trabalho e Emprego envolvendo empresas que não conhecemos e com as quais não temos relacionamento. Tal autuação envolve valores estimados entre R$ 50 mil e R$ 150 mil. Cumprimos integralmente a legislação trabalhista nas relações com nossos colaboradores e tomamos os mesmos cuidados com nossos fornecedores. Analisaremos as bases de tais autuações e apresentaremos defesa oportunamente”.

Contrastes – Os costureiros ganhavam por produção e cumpriam jornadas de pelo menos dez horas diárias. Os entrevistados afirmaram trabalhar das 7h ou 8h às 17h, 18h ou 19h de segunda-feira à sexta-feira, e das 7h ao meio-dia de sábado. Alguns dizem ter cumprido regularmente jornadas de até 12 horas e trabalhado sem descanso semanal, preocupados em juntar dinheiro ou em conseguir pagar dívidas contraídas com os empregadores. Segundo os depoimentos, em média o valor pago por peça variava de R$ 2,50 a R$ 7.

Algumas das peças à venda no site da empresa. Reprodução: Le Lis Blanc

Nos shoppings, as roupas com a marca Le Lis Blanc são vendidas por até 100 vezes mais. Conforme informações disponíveis no site da empresa, uma calça da grife pode chegar a custar R$ 1.999,50, uma saia R$ 1.350,00, um vestido R$ 999,50, blusas e camisas R$ 599,50, e uma regata R$ 359,50. Em casos excepcionais, para peças delicadas e de difícil corte, costureiros experientes afirmam ganhar até R$ 30. A peça mais cara no catálogo virtual da grife é a jaqueta Aspen, vendida por R$ 2.290,00.

Na nota fiscal, valor que os costureiros receberam por unidade. Na imagem em destaque, valor que a calça “Ana Luiza” é vendida no site da Le Lis Blanc. Foto: Anali Dupré e Reprodução/Le Lis Blanc

“É um absurdo essa diferença entre o que a gente ganha e o preço que eles cobram pela peça, a gente sabe, mas a gente não pode fazer nada. Se eu costurar a mesma peça e tirar a etiqueta, ninguém paga esse valor”, afirma um dos costureiros resgatados. “Para o dono de uma fábrica, é fácil falar: ‘essa peça é fácil de costurar’. Mas não é um trabalho qualquer. Eu tenho orgulho do que eu faço, cada pessoa nasce com um talento e deveria ser valorizada por isso”.

No caso da Le Lis Blanc, o contraste entre as condições em que as peças são produzidas e os locais em que elas são vendidas também chama atenção. Em shoppings, as lojas da grife são luxuosas, com vendedoras produzidas conduzindo clientes entre tapetes delicados, poltronas e ricos objetos de decoração. Todas as unidades da rede têm o mesmo perfume e é possível comprar a essência. Um potinho de 100 ml custa R$ 79,50.

É o mesmo valor que alguns dos costureiros resgatados afirmaram receber para fazer costurar cerca de 11 peças da grife.

* Texto reproduzido na íntegra deste link: http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/07/27/roupas-da-le-lis-blanc-sao-fabricadas-com-escravidao/

Ney Matogrosso: figurinos que marcam a história

Recentemente a cidade de Bauru hospedou a exposição de figurinos e acessórios do divo Ney Matogrosso! O resultado foi cheio de luxo e ousadia! Vamos conferir alguns clicks?

Pretinho nada básico!

Ney tem 40 anos de carreira, e é símbolo do desbunde, que o Brasil precisava para avançar musicalmente e perfomaticamente.

Brilho e pintura corporal, this is performance, baby!

 Ney começou a carreira na lendária banda Secos & Molhados, que sacudiu e transgrediu o Brasil nos anos 70:

Ney tem 71 eacaba de voltar as paradas com Poema, que faz parte da trilha da novela Sangue Bom.

Ney traz muita informação em um figurino que enche os olhos.


Acessórios étnicos.


Tapa sexo do Ney, sim tapa sexo!!!


Olha que bafo esse? E as unhas postiças?


Super discreto, só que não!

Paganismo total!

Tive meu momento mask na exposição rsrs!

Bjo do meu sangue latino!

Embajadora Buena Onda

Creio que já tinha dito que não ia mais largar o blog por tanto tempo, bem não deu… eu tive as férias mais quentes da minha vida, graças à rede Che Lagarto de hostels, a maior rede privada da América Latina.

Tudo começou um pouco antes do Natal, quando vi na página do Facebook do Che Lagarto a proposta de ser uma embajadora Buena Onda. Enviei uma frase dizendo porque eu merecia viajar de graça e porque gostava tanto de viajar, depois enviei um vídeo contando mais sobre mim, aí rolaram algumas entrevistas por skype até que em poucas semanas veio o tão sonhado sim! Eu era Buena Onda! A expressão em espanhol que significa para cima, coisa boa e enfim, tudo de bom! Mais feliz impossível!

Como eu já tinha me hospedado no Che Lagarto, já conhecia a rede e a filosofia buena onda do Che e amava claro! E amo ainda mais hoje, depois de ter sido uma embajadora Buena Onda!

 

Tá, mas no que consiste ser uma embajadora Buena Onda? Bom imagine viajar de graça, ter refeições, bebidas (inclusive drinks), tours e festas for free? O sonho de qualquer viajante não? Claro! E foi essa a oportunidade que eu tive: de vivenciar a experiência Che Lagarto com uma viagem fantástica pelas cidade do Rio de Janeiro e Paraty de grátis! Minha única obrigação era compartilhar nas redes os momentos de sonho que estava vivendo!

O Rio de Janeiro ficou pequeno para o tamanho da minha alegria! Fiz amigos de todo o mundo e me diverti como nunca! Ps: a língua mais falada durante minha viagem foi o espanhol, jajaja!

Party Bolt, festa luxo que sai da Marina da Glória.

Flora verde e amarela, viva esse país lindo chamado Brasil!

Adorei este barco rosa e ainda chamava Rock in Rio rsrsrs, estava no porto de Paraty.

Ainda virão muitos posts sobre as coisas que tive a oportunidade de fazer durante esta viagem: teve baile funk no morro, favela tour, nadar no fundo do mar, trilha selvagem, baladas vips e muito mais, se preparem, rsrsrs! Ah! Se você quer saber mais sobre como ser uma embajadora Buena Onda, entre no Face do Che Lagarto https://www.facebook.com/chelagarto você deverá fazer um vídeo de um minuto postar no youtube e enviar o link por email! Boa sorte!!!! Abaixo meu vídeo: