por Arielly

Quero ser loira!

24 mai

Existe um boato de que toda mulher, se não é, fica loira, ou quer ser loira, pelo menos uma vez na vida. Eu particularmente nunca quis, mas as coisas estão tão malucas que isso mudou.

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Li recentemente que um dos motivos para esse desejo é que o apelo do cabelo mais claro vem do fato dele ser mais raro, todos nós gostamos de nos destacar, de parecer diferente, como a maioria das pessoas tem cabelo escuro, as loiras se destacariam, até então minha opinião era exatamente oposta à essa conjectura, eu acreditava que loiras eram todas (a grande maioria graças à tintura) e eu sempre tive muitas amigas loiras naturais, então ser morena eu acreditava ser o diferencial.

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Enfim, o tempo passou e hoje entendo que as diferenças exteriores não são o primordial para que haja destaque, mas o que vem de dentro, contudo continuo acreditando que o exterior ajuda e muito a elevar a auto estima e que mudanças são bem vindas independente de onde vem, eu já vinha pensando em mudar o cabelo que estava da mesma cor há mais de um ano, por conta da gestação. Aproveitei o período para deixar crescer, e estou muito apegada às longas madeixas já que tive cabelo curto por muito tempo.

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Então pela primeira vez decidi: Queria ser loira! Meu objetivo era algo nesse sentido:

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Procurei um profissional, um amigo cabeleireiro. Já fiz muita arte em casa, mas como estou valorizando meus cabelos fui ao salão! Meu cabelo é muito escuro e não estava virgem, então na primeira etapa, após 5 horas de muito tratamento, ficou assim:

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Achei bonito, passei alguns dias tentando me convencer, mas ainda não era loiro, voltamos às tinturas e após mais 5 horas esse foi o resultado:

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Fiquei muito feliz! Ainda quero mais claro, mas sei que com o tempo a gente chega lá, afinal não quero ficar careca

 

por Patricia

Sobre fazer coisas sozinha

14 mai

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Hoje fui ao cinema pela primeira vez na vida sozinha, e tadam, eu não era a única, havia mais duas mulheres e um cara sozinho. Era uma Mostra de Cinema, filme mexicano, circuito Sesc, não há nada demais em ir sozinh@, talvez até tenha um ar super cult e intelectual. Mas olhando os casais e pessoas bem mais velhas, muitos olhando para mim, ali toda fashionete e maquiada, me senti observada, talvez uma neurose, e nisso refleti, sobre o tanto de vezes que não sai porque meus amigos não estavam a fim, porque não tinha um par… e lembrei do tanto de vezes que embarquei sozinha para alguma coisa, e, também de algo muito peculiar: há mais de uma década, em meu passado de adolescente gótica, na cidade de Londrina, na primeira vez que fui jogar RPG, era a única menina da mesa, e estava montando a ficha da minha personagem vampira ruiva e um amigo meu – que é meu amigo até hoje – e na época era tipo meu conhecido há uma semana, me disse para colocar como característica da minha personagem que ela fosse sozinha. Mais de uma década depois, toda vez que passo pelo término de um relacionamento ou que vou a eventos sozinha, lembro perfeitamente dele falando: põe sozinha Pati! Antes era até com recalque, hoje, depois de florais e relacionamentos bizarros, penso por que não? Prestei o vestibular e fui sozinha para duas cidades diferentes, conheci pessoas incríveis, que levo para a vida toda. Embarquei sozinha para um intercâmbio fenomenal e conheci de novo pessoas fantásticas.

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Perdi as contas de quantas viagens eu fui sozinha, e até voltei sozinha, mas nunca, nunca fiquei sozinha nessas viagens, salvo quando quis, afinal viajar é também caminhar sozinha muitas vezes, e, isso é lindo! Conhecer lugares, se perder e se encontrar, desfrutar de si mesma, conhecer seus limites e extrapolá-los, e com isso muitas vezes, graças a Deus e a Deusa, tenho amigos de Birigui a Seul, e não teria nada disso se eu tivesse ficado com medo de sair sozinha…Não fiz nenhum amigo no cinema, mas, o filme era bom, e é bem melhor do que assistir no computador. A real é que vivemos num mundo sedento por compartilhar, por estar com alguém… solteira sim, sozinha nunca! Mas, antes só que mal acompanhada no final das contas, as vezes a companhia é enfadonha, ou não quer estar ali com você. Lembro de um show que fui com um ex namorado, encontrei vários amigos e fiquei de canto ali com ele, dançando sozinha, porque ele dormiu na mesa, teria sido melhor ter ido sozinha, porque teria dançado com meus amigos. O relacionamento terminou três dias depois, depois de um ano que eu me senti sozinha estando com alguém, e te juro é pior se sentir assim, do que de fato estar sozinha, porque aí pelo menos você traça seus planos com um objetivo bem definido: você! Lógico que todos queremos companhia para dividir as coisas, comentar depois e etc, mas não deixe de fazer algo porque não tem companhia, seja você a sua companhia! Vá, meta a cara! Desfrute de você mesma! Não seja daquelas pessoas que não saem porque não tem companhia. Lembro de mais um evento aleatório, também em Londrina, eu com 17 anos, queria muito ver um guitarrista de uma banda gospel ao vivo, e lógico que nenhum amigo roqueiro do mal quis ir comigo, e eu Wicca fui lá, sem preconceitos, voltei com convite para umas três igrejas diferentes e uma experiência super divertida e sem alcool rsrs. Todo mundo que não é irmão de gemeos nasceu sozinho, e acho que essas experiências nos fazem nos conhecer mais, nos amar mais e também ter mais o que conversar quando se tem companhia. Lembrei de outro fato, recentemente fui a festa de uma amiga em um bar, havia sem mentira, 40 conhecidos naquele lugar, e, me senti sozinha de tudo, bem diferente, de como eu estava de fato quando me perdi sozinha nas ruas de Lisboa e mesmo perdida, sabia exatamente onde estava, estava ali e queria conhecer aquele lugar e aproveitar aquilo sem ninguém me encher o saco: fui a museus, conversei com velhinhos nas ruas, fiquei horas vendo cremes que queria na farmácia (ah! a Europa e sua farmácias cheias de cremes!), comi num restaurante vegano a céu aberto lendo um livro e dividi comida com um morador de rua, muita coisa que provavelmente não teria feito se estivesse na companhia de alguém, e à noite conheci mais dois viajantes solitários que me fizeram companhia pelos bares do Centro e foi ótimo.

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Não que eu não goste de companhia, eu adoro! Mas essa companhia tem que ser boa, tem que querer estar ali com você. E meu bem, depois que você passa a curtir estar com você, a pessoa tem que ser sensacional para poder estar com você!  Viajar sozinho é comum, muitos dos grandes amigos que fiz nos últimos tempos eram pessoas lindas por dentro e por fora, gente animada e aventureira que assim como eu queria estar naquele lugar naquele momento, mas, que não tinha ninguém para viajar junto, então foram! E assim nossos caminhos se encontraram, e não teriam se encontrado se eu tivesse ficado em casa com medo de sair sozinha. Uma grande amiga de Bauru, há cerca de dois anos foi a uma festa sozinha, foi lá, comprou bebida e puxou assunto com um cara, bem estão juntos até hoje. E não estariam se ela não tivesse saído aquele dia. Estou escrevendo este texto porque há algumas semanas, talvez por finalmente estar morando sozinha de novo (já morei outras duas vezes), só que desta vez solteira e  sem tantas emoções como na época da faculdade, passei a sentir uma enorme solidão, uma tremenda loucura se considerar que saio normalmente duas vezes por semana, uma em Bauru e outra em Birigui, e pelo tanto que bons amigos e mãe maravilhosa que tenho, mas eu pessoa ansiosa que sou, não foquei no xis da questão, que na verdade era que eu estava jogando para o outro a responsabilidade da minha felicidade, tinha esquecido do porque que eu optei por morar sozinha nessa fase da vida, que era para focar nos estudos de concursos, no yoga, na meditação, no blog e tipo tinha meio que abandonado tudo isso, porque alguém não queria estar comigo naquele dia, ou porque não tinha companhia para ir fazer coisas que eu gostasse… poxa… vai… vai sozinha mesmo, o único jeito de encontrar alguém que curta as coisas que você curte é exatamente em lugares onde essas coisas estão rolando! Seja num hostel em Lisboa ou em uma oficina de stop motion – onde aliás já fui, fiz amigos fofos e ainda um vídeo bacaninha.  Nem sempre ir sozinha vai te fazer criar amigos, algumas vezes talvez te olharão com pena, ou te achando bizarra ou até cult como eu disse no começo, mas se a experiência do filme, festa, viagem ou o que seja for legal para você é o que importa! Seja você, conheça-se, complete-se e só assim poderá multiplicar-se e não dividir-se com os outros!

por Patricia

Como ter uma vida normal sendo louca!

14 mai

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Fazia tempo que não me identificava tanto com uma leitura. Um livro antiautoajuda (sei lá como escreve) inteligente e divertido, feito para ser devorado em horas, rir das identifcações em cada folha! Saber que não estamos sozinhas, afinal as doidas que escreveram estão no mesmo barco. Ri muito e ainda estou rindo e me sinto extremamente feliz porque com altos e baixos, a vida é ainda maravilhosa, e foda-se os que os outros pensam, porque ser normal é um saco, e no final todo mundo é meio louco mesmo! Arielly Kizzy obrigada pelo empréstimo desta biografia de toda uma geração!
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O livro foi escrito pelas loucas normais Jana Rosa, 29 e Camila Fremder, 32, Jana é solteira e Camila casada, então podemos ter o melhor ou mais insano dos dois mundos. E na boa, me identifiquei tanto com a Jana, acho que sei exatamente o que ela escreveu e o que a Camila escreveu, pelas situações caóticas rsrsr.

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Não me julguem mas peguei imagens do Google para ilustrar, porque já devolvi o livro para a Ari, mas logo de cara temos um capítulo sensacional, talvez o melhor do livro para mim: Como ser solteira e ser respeitada pela sociedade! É surreal, mas na boa,já passei por mais de 70% da situações descritas!

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Você pode ser de tudo, mas ser solteira… ahhh que pena que as pessoas sentem…na boa as pessoas estão solteiras porque levaram um pé, porque não querem ficar com qualquer um, porque não acha ninguém interessante ou porque quem elas curtem não tá a fim, fazer o que? Lembrando que o que tudo que vai, volta, inclusive ex que te deu pé… só que quando volta a gente não quer mais… fazer o que também? Provavelmente não ficou solteira a vida toda e nem ficará, mas também não quer se contentar em pegar o primeiro barango só para mudar de status no face, vamos ser sinceras? Paz de espírito em primeiro lugar, para mudar de status só se valer muito a pena e no timing certo!

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Bom, o livro segue com mais histórias surreais da vida real, de stalkers, dietas, e de como parecer intelectual sem ser! Um livro divertido, para se identificar, rir e lavar a alma! Virei fã das meninas e já descobri que o livro vai virar peça de teatro! Mal posso esperar! Sucesso!

por Patricia

Colômbia

24 abr

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Em janeiro eu tive a oportunidade de ir para um país que estava na minha lista desde 2013: Colômbia!
Um lugar incrível cheio de energia, cores, praias lindas, um clima incrível, uma natureza exuberante e aventuras deslumbrantes!
Fui extremamente feliz lá, claro que em grande parte pelas pessoas fantásticas que me acompanharam e que o destino me pôs no caminho!
Compartilho um pouquinho desta aventura em dois videos que seguem abaixo e espero postar logo em breve mais detalhes sobre as cidades e hostels:

Viva Colombia! Beso!

por Arielly

Lama Negra

18 abr

Recentemente  passei uma temporada no litoral de sul de São Paulo e tive o prazer de ter contato com este fango, no chamado Lamário de Peruíbe.

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O termo fango é utilizado para definir os limos, lamas e lodos que possuem qualificação terapêuticas, sendo diferente da argila por conterem na composição porções minerais e orgânicas.

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A Lama Negra é rica em propriedades curativas e  suas características são semelhantes às encontradas no mar morto.

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Algumas pessoas fazem tratamento contínuo, outras vão só passear (foi o meu caso). É possível ter a lama no corpo todo, eu e minha amiga Marília fomos experimentar a máscara facial:

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Os usos da Lama Negra são indicados em caso de fibromiosite, nevrites, artrite reumatoide, afecções vasculares periféricas, gota, moléstia de reynaud, tenosinovites, antropatia crônica degenerativa, artropatias crônicas e subcrônicas secundárias, reumatismo não articular, mialgias essenciais ou secundárias, artrites obliterantes e flebites. A máscara é esfoliante e rejuvenescedora renovando imediatamente as células da face, a sensação de suavidade é imediata!

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O Lamário está localizado na Avenida Mário Covas Júnior (beira-mar), próximo ao porto de pesca, no centro da cidade. Super indico, é um passeio divertido, já que a máscara por si rende várias risadas, é saudável e baratinho.

Fica a dica para quem vai passar o feriado na praia.

Até!

por Patricia

Feliz dia das mulheres

8 mar

Dia das mulheres é todos os dias, mas vale a lembrança da luta. Blessed be irmãs de todo o mundo que usam a roupa que querem, que sabem que no seu corpo manda você, que busca amores completos e não migalhas para não ficar sozinha,  que viaja sozinha porque é dona de si, que não teme expor seus pensamentos, ainda que pense o oposto daqueles que a cercam, que sabe que homens são parceiros e amigos e não fonte de sustento patriarcal e que também não condenará todos pelos erros de alguns. A luta continua e é permanente, porque mulheres ainda são violadas, ganham menos, são julgadas, inclusive por outras por suas escolhas de vida, porque nessa sociedade doente, quem pensa por si ainda é renegado e jogado à fogueira, e ainda a primeira negação é pelo simples fato de ser mulher.

 

por Patricia

50 Tons de Cinza – o filme

13 fev

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Anastasia Steele (Dakota Johnson) é uma estudante de literatura de 21 anos, recatada e virgem. Uma dia ela deve entrevistar para o jornal da faculdade o poderoso magnata Christian Grey (Jamie Dornan). Nasce uma complexa relação entre ambos: com a descoberta amorosa e sexual, Anastasia conhece os prazeres do sadomasoquismo, tornando-se o objeto de submissão do sádico Grey.

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Essa é a sinopse do filme 50 Tons de Cinza, para quem foi uma das milhões que leram… com certeza, já sabia o que esperar, o que não é o meu caso. Embora muitas amigas tenham virado fãs da série, a única vez que me arrisquei a ler algum trecho, achei de fato meio enfadonho, não me conquistou, mas, gosto né amiga, cada um tem o seu…

Bem vamos ao filme que é o que interessa, fui ver este filme por um único motivo:

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Jamie Dornan! Vai ser lindo assim lá em casa! Irlandês divo de 32 anos, o gato é muito bem casado na vida real com uma moça muito linda chamada Amelia Warner e tem uma filhinha chamada Dulcie. Bom, mas vamos ao filme hehehe:
Achei sinceramente que apesar de também ser muito bonita a dona Dakota Johnson não combina nem um pouco com o Jamie Dornan, não sei, não existe química e achei extremamente forçada muitas expressões da atriz: o morder lábios sempre soa forçado e nem um pouco natural, embora em muitas fotos externas da Dakota ela pareça até mais jovem que a personagem (que tem 21 anos, enquanto Dakota tem 25) na real parece no filme que ela tem mais de 30.

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Já o Jamie de fato convence como executivo sádico gato e controlador, embora vamos ser sinceros que os dois personagens (não atores!) são bem fraquinhos.
Que executivo se enlouqueceria por um menina recém-formada, sem gracinha, sem grandes opiniões, sem vontade nenhuma de nada? Porran, puta mina chata! Enfim… Mas algo dá para aprender de fato com a personagem Anastasia… o cara que tem tudo, só fica louco por ela, porque ela diz não, enrola ele, nunca deixar claro que você se apaixonou, ou seja, para conquistar os homens temos que jamais dar o primeiro passo, ignorá-los totalmente e torcer para que eles estejam na nossa, porque todos no fundo são meio masoquistas mesmo…

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As cenas de sexo… bom… se você assistiu qualquer filme do Bertolucci (Os Sonhadores, Beleza Roubada, e muitos outros) ou a maioria com a Monica Belucci no elenco, já viu cenas de sexo mais pesadas e orgânicas do que as do 50 Tons… mas enfim, achei as cenas bonitas, sensíveis e de bom gosto, carinhosas inclusive, tirando claro o lance de palmas e chicotes. Sinceramente achei o filme ok como entretenimento e o que pude comprovar é que ainda existe muito tabu em relação à sexualidade feminina, por isso que os 50 Tons foi tão incensado, não acho que uma mulher que aceita ser submissa em um fetiche sadomasoquista de um milionário que lhe envia mil presentes diários seja o maior exemplo de feminismo, pelo contrário, a obra tem todos os clichês possíveis e é um banho de água fria na fogueira dos sutiãs queimados, enfim, mas o lado bom é que ao menos torna muita gente mais familiar em relação ao sexo, acreditem, fiquei muito surpresa com o constrangimento da mulherada no cinema.

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Mas, é altamente compreensível o sucesso, afinal Grey, apesar de sadomasoquista, é o cara que liga no dia seguinte, que aliás dá mil satisfações sobre todas as coisas, que fica obcecado atrás de você, além de ser lindo, charmoso, independente, com passado obscuro e mimimi, e apesar de ter um império para cuidar, ele prefere se preocupar com o computador da amada, e  com outras pequenas coisas… na boa, diante de tanto cara egoísta que só pensa no próprio umbigo e que não se cuida, mora com os pais e não sabe lavar a louça, muita gente pensaria sobre aceitar o contrato de um cara caído do céu, que fala: aí não tô a fim de romance, mas te liga mil vezes ao dia… alguém de fato a fim de você…eu sinceramente, tiraria as mesmas clausulas que a Anastasia tirou, também tiraria tudo envolvendo palmadas, chicotes e porradas (não gosto de apanhar não, ia meter uma Maria da Penha nesse doido) e assinava o contrato duas vezes rsrs! Homem tá acostumado a ver mulher pelada até no trabalho, já em relação a mulher rola um super auê, tanto é que há várias imagens da periquita da Dakota, mas nenhuma do periquito do Dornan…

Para quem quer ver a melhor cena de sexo do cinema, recomendo assistir Pecado Original com Antônio Banderas e Angelina Jolie, tem algumas das cenas mais quentes já filmadas e muita química entre dois dos atores mais sexies já vistos na sétima arte:
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Não recomendo ver no cinema os 50 Tons, acho um pouco de desperdício de grana, melhor esperar sair no Netflix… não é um filme da grande tela.

por Patricia

Desejos para 2015

30 jan

Bom estamos já em fevereiro praticamente e eu não fiz lista de metas, porque das 10 do ano passado só consegui cumprir 4! mas foi o dobro das metas de 2013, olha que evolução!

Mas os anos impares sempre são anos de começar para mim… isso desde 2009 rsrsr, antes eram os pares, afinal eu nasci em ano par!  2013 foi provavelmente o melhor ano da minha vida, ganhando até mesmo do fodástico 2009 (ano que passei seis meses na Disney, minha primeira experiência no exterior), isso porque realizei muitos sonhos: fui para Amazônia com uma grande amiga (a Arielly aqui do blog!), fui para Florianópolis com um cara incrível, fui embajadora Buena Onda do Che Lagarto Hostels, fui para Machu Picchu e depois ainda viajei com outra grande amiga para o Rio. Bom parei com o bla bla bla, e, segue a lista:

1- Mudar

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Desde que esse blog começou eu planejo mudar de cidade… bem eu quero mudar de dentro para: ser mais feliz, mudar minha postura e assim mudar sim: de cidade, de local de trabalho, talvez até de país e tudo claro para melhor!

2- Viver melhor com menos

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Não dá para negar, nos últimos seis anos, às vezes que eu fui mais feliz, estava por aí, com uma mochila na costas, claro de férias, rodeada de pessoas felizes e igualmente de férias rsrsr em lugares fascinantes onde tudo era novo. Claro, que precisamos trabalhar, mas a vida deve ser mais leve, e para isso eu também quero me livrar de objetos que não utilizo tanto, quero me livrar de boa parte das minhas roupas e sapatos, e olha que doei muitas coisas no ano passado, e sinceramente, quanto mais eu doava, mais eu recebia. A lei do retorno existe sim! Quero uma casa confortável claro, com recursos para boa comida vegetariana rsrs, vinhos e sucos, um lugar confortável para assistir minhas séries, filmes e docs, uma área livre onde possa ter uma horta, mas sem excessos e tudo com um toque pessoal, que nada seja um peso, que a vida seja leve e que possa ir e vir, e que aquilo ou aqueles que possam voar comigo, venham e voaremos juntos para lugares ainda não vistos.

3- Doar sangue

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Acho um ato de entrega. Você doa sem saber quem irá receber, se vai ser alguém que tem preconceitos contra você ser wicca, mulher solteira de 30, ou alguém que você detesta, como aquela pessoa que faz da sua vida no trabalho um pesadelo por puro recalque, enfim, é uma doação que salva a vida de alguém. Doe.

4- Conhecer uma cidade nova no Brasil

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Fortes desejos de Búzios na foto acima ou Salvador, mas também tem Pirenópolis, São Thomé das Letras, Jalapão, Chada Diamantina, Chapada dos Veadeiros…

5-Fazer algum trabalho voluntário ou até mesmo um curso na área de ONG.

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ONU… te sonho e te namoro há tempos. Pode ter seus problemas como qualquer organização mundial, mas eu queria ter a chance de contribuir um pouco ao menos.

6- Voltar as aulas de dança

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Faz bem para o corpo e para a alma!

7- Escrever um livro

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Mais uma vez rsrs, já escrevi um, e gostaria de escrever outro.

8- Gravar videos na internet

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Estou com uma ideia para um programa no youtube, logo menos deve estar pintando!

9- Fazer novos amigos e manter os velhos

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O ano já começou bem, cheio de pessoas incríveis ao meu redor, conheci seres humanos maravilhosos, que infelizmente estão longe, em outros países ou há mais de mil km dentro do Brasil mesmo. Tenho muito valor pelos amigos verdadeiros, hoje acredito que sei bem quem são. São poucos perto dos milhares de amigos que tenho no Facebook, mas são suficientes para encher o coração.  Esse ano não vou pedir um namorado, porque o que de fato busco é um companheiro: um cara que seja meu amigo, meu amante, meu parceiro de viagens, que fique à vontade para falar o que pensa, que o toque me faça esquecer do resto do mundo, que tenha bondade no olhar, que seja bom em suas atitudes, com personalidade própria, sem medo de se arriscar e que goste de boa parte das coisas bobas e nerds que eu gosto e não, ou, que pelo menos acompanhe, não precisa curtir heavy metal, já basta eu!  Preferencialmente que já tenha mochilado.

10- Pensar positivo e agradecer mais

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Quanto mais você tiver, mais lhe será dado, e isso se chama gratidão! Nem sempre as coisas saem como a gente quer, afinal o mundo tem mais de 7 bilhões de pessoas, cada uma, um mundo e na maioria das vezes tudo depende desta interação, mas o que podemos mudar é a nossa reação e como isso o nosso impacto no mundo também.  Eu sempre quis mudar o mundo e agora eu descobri que se eu ser a mudança que eu quero para o mundo, se eu ao menos for feliz, o mundo já será melhor.

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A coisa mais legal que eu aprendi em 2014, foi a gratidão, a valorizar as pessoas boas, e os ensinamentos que aprendemos na alegria e na tristeza e no final isso me levou a minha viagem de férias de 2015, que fez com que eu começasse o ano de uma forma incrível: me redescobrindo. Vendo que eu sou responsável pela minha felicidade, e ressuscitando sentimentos e minha auto estima que eu tinha perdido, deixando a minha felicidade nas mãos dos outros. Não! Quem manda nessa poha sou eu! Já fiz 30 e passei os últimos anos jogando minha felicidade nas mãos dos outros, agora meu bem, essa bola é minha, tá na minha mão e eu vou fazer o que sempre faço quando tenho um projeto: dou o melhor e alcanço sucessos que ninguém espera.
Espero conseguir cumprir tudo e ser surpreendida positivamente pela vida. Que o resto do ano seja lindo e feliz!

por Patricia

Ravensbrück: um lugar terrível

29 jan

Olá meninas, tudo bom? A matéria abaixo não é de minha autoria: pela primeira vez resolvi copiar e colar uma matéria no blog, por um motivo muito simples – precisão histórica, e, mais do que isso, pelo tema que não pode ser esquecido, para que tragédias como essa jamais se repitam. Acredito que temos uma memória genética e também noosférica e para a evolução humana, é importante que tenhamos aprendido com os erros do passado e que não nos esqueçamos jamais das coisas que mudaram o mundo, tanto para melhor quanto para pior, e a história de Ravensbrück é uma delas, especialmente para nós mulheres, sempre marginalizadas ao longo da história, resolvi reproduzir aqui para disseminar essa história e lembrarmos sempre que devemos lutar pelos nosso direitos e jamais esquecermos que somos livres, independentes e que temos nossos ideais, e que jamais devemos baixar a cabeça por sermos mulheres, somos tod@s human@s. Segue a matéria retirada do site da BBC:

Mulheres de Ravensbrück | Foto: Getty

Auschwitz-Birkenau, Treblinka e Dachau são notórios campos de concentração do Terceiro Reich alemão que se fixaram na consciência humana por causa das atrocidades cometidas com os homens, mulheres e crianças presos neles.

Muitos outros campos são menos conhecidos, como o de Ravensbrück.

Apesar de ter sido um dos primeiros a serem abertos – em 1939, pouco antes do início da guerra, a 80 km de Berlim, em um cenário idílico na costa báltica – e um dos últimos a serem liberados – em 1945 –, este campo de trabalho e, no final, de extermínio, permaneceu às margens da história.

Ravensbrück era exclusivamente para mulheres.

No fim da Segunda Guerra Mundial, cerca de 130 mil haviam passado por suas portas.

Entre 30 mil e 50 mil morreram de fome, de exaustão, de frio ou pelos tiros e pelo gás administrados pelos guardas nazistas.

Nomes de campos de concentração nazistas | Foto: Getty

Várias internas eram judias, mas elas não eram maioria. Havia prisioneiras políticas, ciganas, doentes mentais ou as chamadas “associais” – prostitutas ou quaisquer mulheres consideradas “inúteis” pela doutrina nazista.

“Ravensbrück era uma história com a qual eu havia me deparado e me dei conta de que era quase desconhecida”, disse à BBC Sarah Helm, que acaba de publicar um livro sobre o campo de mulheres.

O livro se chama Se isto é uma mulher, uma referência ao famoso livro do escritor italiano Primo Levi Se Isto é um homem, que descreve sua prisão por ser um membro da resistência antifascista na Itália e sua experiência no campo de Auschwitz.

“Assim como Auschwitz foi a capital do crime contra os judeus, Ravensbrück foi a capital do crime contra as mulheres”, afirma Helm.

“Estamos falando de crimes específicos de gênero, como abortos forçados, esterilização, prostituição forçada. É uma parte crucial da história das atrocidades nazistas.”

Helm diz ainda que, na fase final do campo, muito depois de ter sido suspenso o uso de câmaras de gás nos campos mais ao leste da Europa, uma delas foi construída em Ravensbrück. “Eles levaram partes das câmaras desmanteladas em Auschwitz. Até esse extermínio – no qual morreram seis mil mulheres e que foi o último extermínio em massa da história do nazismo – foi, em grande medida, deixado de lado.

Crematório em Ravensbrück | Foto: Getty

Selma van der Perre foi uma das internas de Ravensbrück e contou à BBC como eram os dias naquele lugar.

“Éramos despertadas a gritos às quatro da manhã. Em seguida, tinhamos que responder à chamada e nos davam café. Nos deixavam ir ao banheiro e às 05h30 tínhamos que ir trabalhar na fábrica da Siemens, onde pagavam pelas prisioneiras: nós não recebíamos o dinheiro, ele era entregue à SS (força paramilitar nazista).”

“Trabalhávamos por 12 horas e depois voltávamos ao campo. Por volta das 20h nos davam um prato de sopa e dormíamos.”

A rotina era recheada de casos de crueldade dos quais pouco se falou. Tragédias que, ao serem contadas por sobreviventes, segundo Helm, fizeram com que ela e também seus tradutores chorassem, como a descrição de uma francesa sobre como deixavam que os bebês morressem de fome.

Outros testemunhos afirmam que algumas mulheres eram “deixadas quase nuas na neve até morrerem” e outras tinham “germes de sífilis injetados na medula espinhal”.

Cartaz de cerimônia para relembrar prisioneiras | Foto: Getty

Em seu livro, Helm também destaca as histórias de bravura e de solidariedade, como a das “77 cobaias”, que reúne ao mesmo tempo o melhor e o pior de Ravensbrück.

Em 1942, as prisioneiras passaram as ser usadas como cobaias em experimentos científicos. Em “operações especiais”, elas tinham os músculos da pele cortados e eram inseridos vidro, madeira ou terra nos ferimentos. Algumas não recebiam tratamento e outras sim, com tipos de drogas diferentes.

Os experimentos se repetiram algumas vezes, mas quando chegou o momento de esconder as provas e matar as cobaias, todo o campo conspirou para escondê-las.

“Aqueles experimentos não provaram nada para a ciência, mas, sim, para a humanidade”, escreve Helm.

Mas por que se sabe tão pouco sobre esse campo de mulheres?

Estátuas em Ravensbrück | Foto: Getty

“Uma das razões principais é que, depois dos julgamentos pelos crimes de guerra, que ocorreram imediatamente depois do fim da Segunda Guerra Mundial, começou a Guerra Fria, veio a cortina de ferro e Ravensbrück ficou do lado oriental – de modo que permaneceu, em grande medida, inacessível ao Ocidente”, afirma a escritora.

“Os que estavam no leste da Alemanha não esqueceram de Ravensbrück, mas o converteram em um centro de resistência comunista, de maneira que as lembranças das mulheres ocidentais e das judias desapareceu por completo da história. Também desapareceu a história das alemãs que estiveram lá no início, que é uma das mais esquecidas.”

Eram mulheres como a austríaca defensora dos direitos da mulher Rosa Jochmann, social-democrata e membro da Resistência; como Läthe Leichter, a feminista socialista mais famosa durante o período da “Viena vermelha”, entre as guerras mundiais, e como a alemã Elsa Krug, uma prostituta que praticava BDSM (sigla em ingês para Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo), mas se recusou a bater nas outras prisioneiras.

“Ignorar Ravensbrück não é só ignorar a história dos campos de concentração, é também ignorar a história das mulheres”, afirma Sarah Helm.

por Patricia

Sobre o encontro

25 jan

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Primeiro fique sozinho.

Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.

Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, belo.
Se ninguém vier, também é bom e belo

Em seguida, você pode passar para um relacionamento.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um mendigo.

E a pessoa que viveu
em sua solidão
será sempre atraídos para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente,
porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram -
mestres do seu ser,
de sua solidão -
felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.

Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.

E eles não exploram um ao outro, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.

Osho